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Foto: Wellington Antenor Para destruir o material foi usado forno de uma cerâmica Para destruir o material foi usado forno de uma cerâmica
  • Antes de ser destruído, o material foi novamente periciado comprovando-se tratar de drogas ilícitas
  • Nos tabletes de cocaína, uma marca dos traficantes impressa em baixo relevo
  • Os procuradores da República e a superintendente da Polícia Federal no Tocantins

A Polícia Federal incinerou ontem, terça-feira, 27, nos fornos da Cerâmica Santa Fé, aproximadamente 400 quilos de drogas na capital Palmas, dos quais cerca de 360 eram cocaína e 20 quilos maconha.

A drogas foram apreendidas em 2002 e 2008 e a Justiça autorizou a incineração relativa a cinco inquéritos policiais, sendo um de Araguaína e o restante de responsabilidade da Superintendência Regional da PF.

Um dos inquéritos é relativo à apreensão de 320 quilos de cocaína ocorrida no dia 03 de dezembro do ano passado. A droga estava em um caminhão baú, interceptado numa estrada de terra que liga as cidades de Dois Irmãos e Goianorte. A apreensão, realizada em conjunto com a Polícia Militar, foi a terceira maior realizada no Estado.

Os procuradores da República João Gabriel Morais de Queiróz, Antonio Nilo Rayol Lobo Segundo e João Felipe Villa do Miu acompanharam a incineração.

Um perito comprovou com testes químicos a natureza do material ilícito antes da incineração, feita pelos agentes e delegados PF. A superintendente Polícia Federal no Tocantins, Mirângela Maria Batista, também participou da ação.

A Portaria 344/98 da Anvisa

Agência Nacional de Vigilância Sanitária determina que todo entorpecente apreendido no Brasil, derivado de plantas, deve ser incinerado na presença das autoridades policiais que detinham a guarda do material e da autoridade sanitária competente.

Acompanharam a incineração o diretor da Vigilância Sanitária estadual, Ullannes Passos Rios; o gerente de fiscalização de produtos, Laércio Campos, e a assessora jurídica Letícia Machado.

 

Da redação com informações MPF-TO e Secom