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Foto: Mariana Di Pietro

O secretário de Representação, Carlos Patrocínio, entregou ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, uma cópia do relatório da Viagem Experimental na Hidrovia do Rio Tocantins na manhã desta quinta-feira, 5, em Brasília.

Patrocínio e os secretários de Representação dos Estados do Pará, Karina Bordalo, e do Maranhão, Wagner Lago, solicitaram ao ministro o apoio na construção de eclusas nos empreendimentos hidrelétricos no Rio Tocantins para a viabilização de 2.200 quilômetros da Hidrovia que percorre os três Estados. “Queremos criar o eixo centro-norte de desenvolvimento e reforçar os Portos do Itaqui (MA) e Vila do Conde (PA)”, explicou o secretário.

A viagem experimental realizada em maio deste ano percorreu 420 quilômetros no trecho entre Pedro Afonso e Estreito, no Tocantins, sem a necessidade de derrocamento nas margens do rio. De acordo com Patrocínio, a viabilização do restante da Hidrovia depende do derrocamento do Canal de Lourenço, na divisa com o Estado do Pará, a construção de portos de embarque/desembarque e a transposição nas hidrelétricas previstas na extensão do rio. “Queremos criar o eixo centro-norte de desenvolvimento e reforçar os portos do Itaqui (MA) e Vila do Conde (PA)”, acrescentou Patrocínio.

O ministro recebeu a comitiva no gabinete e informou que o governo federal prevê eclusas nos próximos empreendimentos no Rio Tocantins. “As eclusas são de grande valia, já estamos construindo a de Tucuruí (PA) e a nossa intenção é de trabalhar, daqui para frente, para que todas as hidrelétricas construídas em rios navegáveis iniciem (a obra) com os projetos das eclusas”, afirmou o ministro.

PAC

O Dnit anunciou, em fevereiro, a previsão de R$ 2 bilhões de investimentos no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, para a construção das eclusas de Estreito, Lajeado e Peixe-Angical (TO). Uma equipe técnica vistoriou a eclusa de Lajeado no mês passado para emitir um relatório ao Ministério dos Transportes a fim de retomar a obra ainda neste ano.

Fonte: Secom