Esporte

Foto: Ale Socci
  • Divulgação Brasil Wild Extreme 2009
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O primeiro dia da corrida de aventura Brasil Wild Extreme 2009, que está acontecendo no Jalapão, transcorreu como previsto, com todas as equipes passando nos cinco PCs em horário e condições normais. São 33 equipes de quatro pessoas e 11 duplas que nesta terça-feira, dia 9, estão descendo o Rio Novo de rafting num percurso de 26 quilômetros.

Para Julio Pieroni, diretor da Brasil Wild as equipes saíram animadas depois de uma boa noite de sono e a expectativa de sucesso da prova é alta. Logo após a largada, segunda-feira, as 8h15m, ele fez uma análise do impacto que um evento dessa natureza causa na comunidade. Para ele, o ecoturismo e as corridas de aventura são uma importante ferramenta para o desenvolvimento econômico de pequenas comunidades afastadas dos grandes centros, como é o caso de Mumbuca. “Temos vistos localidades com potencial turístico imenso mas carentes de tudo desde saneamento básico, condições de higiene, saúde e educação. Eventos como este proporcionam uma exposição na mídia nacional e até mundial jamais vista. O que é preciso fazer é organizar a sociedade para que possa se beneficiar dessa oportunidade.”

Pieroni afirmou ter ficado impressionado com a maturidade dos moradores de Mumbuca que se preparam para a chegada da corrida, aumentando a produção do artesanato do capim dourado para atender a demanda. “A gente nota que a comunidade tem uma interação muito boa com o Naturatins e entendem perfeitamente o que significa receber esse número de pessoas aqui. Diferentemente de outros lugares por onde já passamos, o turismo em Mumbuca está começando da maneira certa. Isso fará toda a diferença na vida das pessoas que vão continuar preservando a cultura local, respeitando e mantendo os atrativos naturais com crescimento econômico.”

Jalapão intocado

Incansável defensora do meio ambiente e dos direitos dos moradores locais Ana Claudia Matos, presidente do Grupo de Condutores Ambientais do Jalapão, vê com bons olhos um evento dessa natureza e com essas dimensões: “É um oportunidade de trocar experiências, de vender nosso artesanato, de receber as pessoas em casa, de aprender com elas e falar do nosso modo de vida. Acho positivo sempre que houver respeito, desde que não deixe lixo e deixe o Jalapão do jeito que encontraram: intocado”.

Vinda da Argentina especialmente para a corrida, Mercedes Arbelaiz, da equipe Pégasu Patagônia ficou encantada com a recepção das crianças que cantavam enquanto as equipes iam chegando a Mumbuca: “Fantástico. Nunca havia visto nada igual. Fiquei realmente emocionada.”

(Denise Rodrigues)