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Foto: Thiago Sá

Um novo roteiro turístico está sendo lançado pelo Tocantins no 4º Salão Nacional do Turismo, já com perspectivas de comercialização imediata. É a Ilha do Bananal, que a Adtur - Agência de Desenvolvimento Turístico divulga para visitantes e operadoras, além das mídias nacional e internacional, em evento que acontece até este domingo, 5, em São Paulo. A região turística Ilha do Bananal é formada pelos municípios de Lagoa da Confusão (220 km de Palmas) e Formoso do Araguaia, a 327 da capital.

A Norte Tur é uma agência de receptivo do Estado que já comercializa os pacotes para a Ilha do Bananal, inclusive já operando antes do lançamento. A estrutura de equipamentos hoteleiros é bem satisfatória e a oferta do roteiro contempla safári fotográfico, observação de pássaros aquática e em trilhas, focagem de jacarés noturno e pesca esportiva.

O encontro da vegetação do cerrado e a floresta amazônica torna a Ilha do Bananal um verdadeiro espetáculo para quem gosta de aventurar-se e conhecer cenários legítimos de natureza primitiva, fauna e flora com espécies incomuns. Tamanha diversidade de animais e plantas não se vê em muitos lugares do Brasil. Mas no Tocantins, sim. A Ilha do Bananal é a maior ilha fluvial do mundo, com 20 mil km quadrados de extensão, e tem no espaço o parque Nacional do Araguaia, ao Sul; e o parque Indígena do Araguaia, onde coexistem as etnias Karajá e Javaé.

Cercada pelos rios Araguaia e Javaé, a Ilha é paraíso para a prática da pesca esportiva, sendo possível pegar pirarucus, caranhas, surubins. Este santuário ecológico possui catalogadas mais de 1.500 espécies de pássaros, entre eles o bico de agulha, o chororó tocantinense e o cabeça-seca. Na Ilha do Bananal, o turista poderá estar diante de animais como a onça pintada, o boto, a garça rosa, tartaruga da amazônia, capivaras, antas, porco do mato e jacaré.

O melhor período para visitação é de junho a setembro, quando ocorre a estiagem das chuvas. No período do inverno tocantinense, quando aumenta o volume de águas dos rios Araguaia e Javaé, até 80% das terras da ilha ficam submersas.

Fonte: Secom