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Urgência para o início das obras, atenção para que não haja necessidade de aditivos e o acompanhamento e a fiscalização pela presidência do Tribunal de Justiça à construção de cada um dos sete fóruns a serem edificados no interior do Estado. Esses foram os principais pontos repassados pela presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins, desembargadora Willamara Leila, às empresas responsáveis pelas obras, durante webconferência realizada na tarde desta quarta-feira (18/11), no Tribunal.

Mesmo estando fora do Estado, em virtude de sua participação no 82º Colégio Encontro Nacional do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil, a presidente do TJ-TO acompanha as ações do Tribunal e, usando as vantagens da tecnologia já disponível no TJ-TO, Willamara Leila reforçou aos representantes das construtoras a importância dos fóruns para o Judiciário tocantinense. “Vocês venceram um processo de licitação para construir obras que vão fazer a diferença na vida das pessoas”, destacou a desembargadora.

Segundo a presidente, o Tocantins tem pressa, assim como as Comarcas de Paranã, Figueirópolis, Itaguatins, Palmeirópolis, Wanderlândia, Alvorada e Arraias, que receberão as obras. “Precisamos concretizar, literalmente, com bastante concreto e segurança, esse sonho para o Judiciário”, disse, complementando que fiscalizará pessoalmente cada obra, observando a segurança no canteiro e a qualidade das construções. De acordo com a desembargadora, a intenção é que a primeira medição das obras seja realizada ainda este mês.

Representando as empresas, participaram do evento, Maria Zilda Nascimento Marcelo, Alteloir Venâncio Lopes, Edmar Bernardes de Oliveira e Ricardo Freitas, além da Diretoria do TJTO: Rose Marie de Thuin (Diretora Geral), Adélio de Araújo (Administrativo), Alaor Jual (Financeiro), Marco Aurélio Giralde (Tecnologia da Informação), Ana Maria Paixão Athaíde Demétrio (Gestão de Pessoas), Nei de Oliveira (Assessor Jurídico da Presidência) e Geovah das Neves Júnior (Chefe do Departamento de Obras).

Fonte: Assessoria de Imprensa Tribunal de Justiça