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Dois representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Tocantins contaram nesta quarta-feira, 5, com o apoio do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO) na reunião que participaram no Ministério da Previdência para discutir as reivindicações da categoria no Estado, que se encontra mobilizada para deflagrar greve a partir da próxima semana. Flávio Mota e Zenóbio Cruz compuseram a mesa de negociações, instalada no Ministério da Previdência, sob a coordenação do secretário de Recursos Humanos do Ministério, Duvanier Paiva Ferreira.

O senador lamentou que nesta primeira rodada de conversas não houve um acordo que atendesse a categoria. O secretário Duvanier foi enfático ao ressaltar que só avança nas negociações, que segundo ele não foram interrompidas, ao contrário da alegação dos grevistas, quando a paralisação for suspensa. A decisão frustrou os funcionários do órgão de reforma agrária.

“Ficamos satisfeitos com o total apoio recebido pelo senador Quintanilha”, destacou Flávio Mota, frisando que existem outras reivindicações, além de reposição salarial, que estão sendo pleiteadas. Uma das solicitações dos servidores analistas e técnicos é a isonomia com os engenheiros agrônomos do Incra. No Tocantins, trabalham 142 funcionários do Instituto, com salário médio de R$ 3.400 para nível superior e R$ 2.400 no nível médio, já os engenheiros ganham em torno de R$ 4.600 e são apenas 25 no Estado. Todas as duas categorias querem isonomia com os engenheiros agrônomos do Ministério da Agricultura, que inicialmente ganham em torno de R$ 11 mil.

Fonte: Assessoria de Imprensa Leomar Quintanilha