Geral

Foto: Valério Zelaya

Durante entrevista coletiva na tarde desta sexta, 11, o governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB) falou sobre as medidas que o Estado vai tomar para ajustar o quantitativo de servidores comissionados na máquina, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal.

Na entrevista, Gaguim garantiu que os servidores comissionados, cerca de 21 mil, não serão utilizados como cabos eleitorais na campanha para sua reeleição ao Palácio Araguaia. “ Não vamos admitir isso, eu respeito esses funcionários”, disse.

Gaguim disse que todos secretários e gestores das autarquias do governo já se comprometeram a não permitir interferência política nas pastas. “Já chamamos os secretários e eu dei essa determinação”, afirmou.

O governador relembrou alguns trechos das falas dos ministros do STF durante o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 4125 impetrada pelo PSDB e voltou a reafirmar que todos os comissionados estão trabalhando. “Não são fantasmas estão todos trabalhando”, frisou.

Sobre o excesso nas contratações, o governador afirmou que desde que assumiu não contratou gosnenhum comissionado. “Nós não fizemos nenhuma contratação apenas substituições e remanejamentos. O Estado fez foi demitir e extinguir car”, disse. Gaguim afirmou que a culpa do excesso nas contratações não foi só do ex-governador Marcelo Miranda (PMDB).

“Não é só do ex-governador são todos os que passaram cometeram contratações, não teve um que passou que não contratou”, disse.

Agradecimento

Gaguim agradeceu ainda a participação dos seis Sindicatos representativos dos servidores que fizeram várias mobilizações contra as demissões e encaminharam um documento aos ministros do STF pedindo sensibilidade no caso.

PSDB

O governador alfinetou ainda o PSDB na entrevista e afirmou que o partido lutou para que as demissões acontecessem. “Conseguimos mais essa vitória mesmo algumas pessoas querendo demitir os funcionários que ajudam a construir nosso Estado”, argumentou. Gaguim lembrou também que a ministra relatora da ADI, Carmem Lúcia informou que o partido pediu quatro vezes para que a Ação fosse julgada.