Polí­tica

Foto: Gervasio Moreira Presidente nacional, Roberto Freire Presidente nacional, Roberto Freire

Os membros da direção nacional do PPS ainda não definiram se o Tocantins e ainda a Bahia continuarão liberados para seguir aliança com o PMDB no pleito de outubro. Conforme determinação do presidente nacional Roberto Freire, os 70 membros devem definir através de votação o impasse.

Até o final da noite deste domingo, 20, apenas 16 membros votaram sendo nove contra a proibição e sete favorável. Conforme as informações ao Conexão Tocantins, o resultado deve sair apenas nesta terça-feira, 22.

Do Tocantins apenas o presidente regional e deputado estadual Eduardo do Dertins faz parte da nacional e já votou a favor da aliança. Se o resultado sair a favor da proibição o presidente já afirmou ao Conexão Tocantins que vai recorrer em Brasília junto à coordenação nacional pois segundo ele, a situação do PPS com o PMDB no Estado é “diferenciada”.

O presidente Roberto Freire ameaçou no sábado, 19, destituir alguns diretórios caso não cumprissem a determinação de coligar com o PMDB, tudo em virtude de um desentendimento entre as siglas em Santa Catarina.Ainda no sábado, o presidente criticou algumas tentativas do PMDB de impedir as coligações com o PPS no Estado.

Nacionalmente, o PPS coliga com o DEM e apóia a pré-candidatura do ex-governador de São Paulo José Serra.

Em Santa Catarina, o PMDB nacional fez uma intervenção no diretório regional depois que o presidente regional da legenda, Eduardo Pinho Moreira, renunciou à sua pré-candidatura ao governo do Estado, e se aliou ao pré-candidato do DEM, Raimundo Colombo.

No Estado algumas lideranças do PPS já se mobilizam para planejar como agir caso seja aprovada a interrupção da aliança já que a direção nacional já tinha avalizado o apoio à pré-candidatura do governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB) desde o mês passado.No acordo fechado com a nacional, a legenda faria palanque para José Serra (PSDB).