Polí­tica

Foto: Claudemir Brito

O candidato ao governo, governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB) se reuniu com prefeitos aliados da base na tarde desta quinta-feira, 19, onde falou dos benefícios que pretende levar aos municípios. ”Eu vou cuidar de vocês como cuidei dos deputados”, disse.

Gaguim disse que até a próxima semana deve contar com o apoio de 100 gestores. Falando dos programas e da parceria do governo, o candidato disse que será municipalista e terá ampla assistência com os gestores. “Não vou discriminar nenhum prefeito, prefeito tem que ser respeitado”, afirmou.

O governador falou de liberação de emendas e fez compromisso junto com os parlamentares da base. Gaguim, no entanto, pediu cautela dos gestores nesse período de campanha e afirmou que já orientou os deputados a seguirem as regras eleitorais. ”Eu não vou perder a eleição no tapetão como o Marcelo que foi cassado”, disse.

Gaguim fez ainda compromisso em apoiar a reeleição dos prefeitos de sua base em 2012. “Eu preciso de no mínimo 80% dos votos para acabar com esse negócio de justiça”, afirmou.

Valtenis e Avelino

Gaguim aproveitou o discurso para criticar o presidente da Associação Tocantinense de Municípios, Valtenis Lino (PMDB) que o acusou de fazer governo paralelo. “O que ele está fazendo comigo é injustiça”, disse. Segundo Gaguim, Valtenis fez um acordo com o vice-presidente, José Fontoura (PMDB) para ficar apenas um ano na entidade e não cumpriu. “Quem vai julgar ele é Deus e os eleitores”, afirmou.

O governador pediu ainda que os prefeitos tirem votos do deputado federal Moisés Avelino que é do PMDB, mas apoia o ex-governador Siqueira Campos (PSDB). “Siqueira colocou mais de 5 mil processos nele, agora vamos tirar os votos dele”, afirmou aos prefeitos falando da necessidade de eleger os deputados da base.

Estavam presentes segundo informações da Articulação política do governo, 90 prefeitos dentre eles, Fabion Gomes (PR) de Tocantinópolis, Valuar Barros de Araguaina e outros de partidos aliados da da coligação Tocantins Levado a Sério do ex-governador Siqueira Campos.