Polí­tica

Formada por deputados e representantes de diversos segmentos ligados a Educação, a Frente Parlamentar da Educação Profissional e Ensino à Distância, elegeu na manhã desta quarta-feira, 29, a Mesa Diretora que irá comandar as ações do grupo. Liderada pelo deputado federal Angelo Agnolin (PDT), a Frente tem a missão de discutir e defender no Parlamento, as duas modalidades de ensino.

Atuando na esfera legislativa, assumiram a vice-presidência da Frente, as deputadas Dorinha Seabra Rezende (DEM/TO) e Alice Portugal (PCdoB/BA), além dos deputados Laércio Oliveira (PR/SE), Salvador Zimbaldi (PDT/SP), Assis Carvalho (PT/PI) e André Moura (PSC/SE).

No Conselho Consultivo, grupo responsável por atuar em áreas específicas, está o coordenador geral do Programa Escola Técnica Aberta do Brasil do Ministério da Educação, Fernando Amorim; a presidente da Associação Nacional de Ensino a Distância (ANEAD), Marta Kratz; o presidente da Associação Nacional dos Tutores da Educação à Distância (ANATED), Luiz Gomes; o presidente da Associação Brasileira dos Estudantes de Educação à Distância (ABEED), Ricardo Holz, e o representante da Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABEAD), Marcos Formiga.

No debate, o deputado Agnolin reafirmou que a educação deve aliar-se aos novos investimentos em tecnologia e democratização de acesso. O deputado Laércio Oliveira, elogiou a iniciativa do deputado e disse estar “à disposição do grupo para levantas as discussões”.

Na oportunidade, Dorinha Seabra apresentou experiências de regiões que investiram na educação por meio de ferramentas multimídia e afirmou que a modalidade universaliza o conhecimento, principalmente, nas populações que moram em lugares afastados dos grandes centros. Segundo ela, porem, “o principal desafio, é garantir a qualidade e quebrar o preconceito que impera no Brasil quanto a eficiência do sistema” disse.

Repúdio

Diante de uma campanha de cunho discriminatório ao curso de Serviço Social à distância, encabeçada pelo Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), o grupo demandou urgência para a realização de uma audiência pública. Os integrantes repudiaram a ação da campanha “Educação não é Fast-Food” - apologia à rapidez com que é possível concluir a graduação – e defenderam o diálogo entre os atores envolvidos. A audiência está prevista para ocorrer na segunda semana do mês de agosto.

Fonte – Assessoria de Imprensa/ Angelo Agnolin