Saúde

Foto: Divulgação Janice Painkow é a presidente do Sindicato dos Médicos no Tocantins (SIMED-TO) Janice Painkow é a presidente do Sindicato dos Médicos no Tocantins (SIMED-TO)

Desdobramento direto do ato realizado por entidades médicas nacionais e estaduais no dia 7 de abril, um novo protesto contra as operadoras de saúde que se recusaram a negociar a revisão dos honorários médicos ou que apresentaram propostas consideradas irrisórias está marcado para o dia 21 de setembro.

Há cinco meses houve uma mobilização nacional dos médicos contra os problemas observados na saúde suplementar. No ato do próximo dia 21, os profissionais irão trabalhar normalmente, suspendendo apenas o atendimento a esses planos por 24 horas, como forma de protesto.

O movimento tem como lema “Cartão vermelho para as operadoras de saúde que não querem negociar” e quer chamar a atenção da sociedade para os excessos praticados pelas empresas que penalizam os profissionais e, sobretudo, os pacientes.

Entre os problemas relacionados pelas entidades médicas estão a negativa em negociar a revisão dos honorários médicos, a oferta de percentuais irrisórios ou a manutenção de medidas que interferem no atendimento dos pacientes.

Os médicos exigem das operadoras a revisão dos valores pagos por consultas e outros serviços, tendo como parâmetro e referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Também cobram o fim da interferência antiética das operadoras na autonomia do profissional.

Conforme a presidente do Sindicato dos Médicos no Tocantins (SIMED-TO), Janice Painkow, a entidade expediu notificações extrajudiciais aos planos de saúde com atuação no Tocantins e apenas dois se prontificaram a negociar com a categoria.

Após o movimento marcado para o dia 21 de setembro, haverá uma assembleia geral com os médicos tocantinenses. Segundo a presidente do Simed, nesta assembleia os profissionais irão decidir o que fazer com os planos de saúde que se recusaram a negociar a revisão dos honorários médicos no Tocantins e também com aqueles que apresentaram propostas abaixo do que é pleiteado: consulta a R$ 60 e adoção da CBHPM para os procedimentos médicos. (Assessoria de Imprensa Simed)

Por: Redação

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