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O defensor público, Edivan de Carvalho Miranda, representante da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Tocantins (Adpeto) recomendou durante a audiência pública realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que a tarifa de energia elétrica executada pela Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins (Celtins) tenha reajuste para custar menos aos consumidores, e não para ficar mais cara.

Durante a audiência, o defensor público sugeriu que o governo estadual reduza a alíquota de ICMS cobrada e que o governo federal reduza a alíquota do Cofins e do PIS para que a energia elétrica do Tocantins deixe de ser a terceira mais cara do país. Segundo o defensor Edivan Miranda o conselho nacional de consumidores de energia elétrica reconheceu que a Celtins compra energia a preços acima do valor de mercado e repassa aos consumidores esses custos. Na avaliação do defensor público, “o estado produz bastante energia e não justifica comprar a energia que se usa aqui por preços acima da média de mercado. Além disso, a Celtins não tem cumprido metas estabelecidas como sendo de sua responsabilidade junto ao órgão regulador, a Aneel”, disse. (Ascom Adpeto)