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Foto: Frederick Borges Jornalista Amy Stillman, do Financial Times, durante entrevista com o governador Jornalista Amy Stillman, do Financial Times, durante entrevista com o governador

O jornal britânico Financial Times publicou encarte com informações e análise da economia brasileira e o Estado do Tocantins é destaque na publicação intitulada Brazil Confidential. A reportagem sobre o Tocantins contém seis páginas e aponta o desenvolvimento do agronegócio, dando ênfase à silvicultura e às usinas de biodiesel e hidrelétricas. O texto mostra os empreendedores que optaram por investir no Tocantins, argumentando a quantidade disponível de terras produtivas, incentivos do Governo para indústria, o preço acessível das terras e o LAU – Licenciamento Ambiental Único, implementado pelo Governo do Estado desde 2011.

O destaque na capa da publicação diz que “o Tocantins é uma nova fronteira fértil”, e destaca que “o Estado tem atraído silvicultores e investidores de fertilizantes e biodiesel de toda parte do mundo”.  A equipe do Financial Times esteve no Tocantins durante quatro dias no início deste ano, com o objetivo de buscar informações e analisar a vinda de empresários de toda parte do mundo para o Estado. A publicação também traz entrevista com o governador Siqueira Campos e com o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Divaldo Rezende.

O Financial Times aponta o Tocantins como parte da região no Brasil que mais atrai agricultores, com a vantagem da disponibilidade de terras produtivas e água abundante. Outro ponto positivo levantado pelo jornal britânico é a logística “muitas vezes melhor que a de outros Estados brasileiros, graças à malha rodoviária e à Ferrovia Norte Sul”.

A publicação tem também depoimentos de empreendedores como o diretor operacional da Eco Brasil, Romeu Alberti; Tomaz Moura, sócio da BRZ Investimentos; Hugo Dominic , diretor de produção da Biotins; José Carneiro, diretor executivo da Frango Norte; Robson Glat, produtor de soja, além de dados obtidos junto à Itafós, Bunge, Odebrecht, Granol e Boiforte.