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Foto: Divulgação Ercílio descarta influência política para escolha do novo desembargador Ercílio descarta influência política para escolha do novo desembargador

A ordem dos Advogados do Brasil, seccional Tocantins, deverá entregar nesta terça-feira, 4, a lista sêxtupla com os nomes dos indicados para concorrer á vaga de desembargador no Tribunal de Justiça. O escolhido vai ocupar a vaga do desembargador aposentado Antônio Félix, que completou 70 anos, idade máxima para a função.

Concorrem os advogados Paulo Roberto da Silva, Ronaldo Eurípedes de Souza, Henrique Pereira dos Santos, Josué Pereira de Amorim, Marcelo César Cordeiro e Walter Ohofugi Júnior. A vaga do Quinto Constitucional pela primeira vez está sendo indicada pela OAB já que a última indicação, o desembargador Antônio Félix, foi feita pela Ordem de Goiás.

Após receber a lista o pleno do TJ escolherá três nomes que serão levados para o governador Siqueira Campos (PSDB) fazer a escolha final. Não há prazo específico para a escolha mas o presidente da OAB, Ercílio Bezerra diz acreditar que o processo será rápido. “ Queremos crer que o Tribunal fará a escolha logo”, comentou.

O presidente descartou influência política na escolha do nome. “ O conselho agiu de forma soberana e transparente e todos os escolhidos não tem atividade política”, salientou.

Os candidatos

O advogado Marcelo Cordeiro foi juiz no Tribunal Regional Eleitoral, já trabalhou no TCE, em secretarias de Estado, atuou como professor universitário de Direito e atualmente continua exercendo a advocacia. Já Paulo Roberto da Silva, atualmente atua em Araguaina, é advogado crimnalista há mais de 25 anos , é especialista em direito processual Penal, e mestrando na área. Também atua como professor universitário. Ronaldo Eurípedes de Souza atua nas áreas cível e criminal há mais de 15 anos.

De Gurupi, Henrique Pereira dos Santos tem escritório em Gurupi e mais de 23 anos de exercício da advocacia, atuando em todo o Estado, tanto na área trabalhista, quanto na cível.

Josué Pereira de Amorim é doutor em Direito Público e Direito Privado  e atuou 18 anos na área cível, constitucional, administrativa e processual civil, na Procuradoria Geral além de exercer a profissão em outras áreas e inclusive na parte acadêmica.

Já Walter Ohofugi Júnior trabalhou na assessoria jurídica de várias empresas, foi assessor de desembargador e é sócio em um escritório de advocacia.