Palmas

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O Secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Ciência e Tecnologia de Palmas, Luiz Carlos Borges da Silveira, afirmou em entrevista ao Jornal Opção que sua exoneração do Estado foi retaliação do governo pela eleição do prefeito Carlos Amastha (PP). “Achei que houve falta de respeito do governador, pois foi ele quem foi me buscar em Curitiba (PR) e eu estava aqui me sacrificando,” analisou o ex-secretário.

Borges deixou a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia três dias após a eleição de Amastha sem aviso prévio por parte do governador Siqueira Campos. “Eu ia sair, já tinha avisado o governador que ia sair em dezembro, mas em outubro, depois da eleição, eu acho que o calor, o fogo da derrota deixou as pessoas perturbadas um pouco. Talvez pela minha a­mizade com o Amastha, mas eu não participei da eleição dele, nada, inclusive lá na secretaria eu fui muito ético e ele também nunca me ligou sobre isso, sobre a eleição. Na secretaria eu avisei o pessoal que o candidato do governo era o outro (Marcelo Lélis) e eles que tomassem a posição”, contou o ex-secretário ao Jornal. Logo após sua exoneração do Estado Borges recebeu o convite de Amastha para integrar sua equipe e inclusive deu oportunidade de escolha com relação à pasta.

O secretário contou também sobre suas metas na administração da capital. “A grande meta do governo Carlos Amastha é o desenvolvimento econômico com justiça social. Essa secretaria se tornou muito importante dentro do programa de governo do prefeito. Temos aqui a parte de economia e também a parte de geração de trabalho e renda”, disse. Borges admitiu que sua pasta é uma supersecretaria.

Para o secretário a partir deste mês o governo de Amastha vai começar a mostrar a que veio e dar a resposta que a população espera.

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