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A secretaria de Administração do Estado se manifestou nesta quarta-feira, 20, sobre a suspensão do atendimento dos médicos pelo Plansaúde aos servidores públicos. O governo negou a alegação do Sindicato dos Médicos de que  o pagamento estaria atrasado.“O Estado pode cobrar a responsabilidade do Sindicato dos Médicos do Tocantins em propagar a inverídica situação de calote”, informou o secretário Lúcio Mascarenhas através de nota.

A Secad alega também que a última prorrogação do contrato entre o Estado e operadora Unimed Centro-Oeste e Tocantins vence no dia 14 de abril e o Estatuto das Licitações permite que ocorra mais uma renovação. Para paralisar os serviços, os médicos deveriam fazer uma notificação formal com prazo estipulado, por se tratar de um serviço essencial à população, sustenta o secretário. “O Plansaúde pede aos servidores que informem quais profissionais recusaram a atender, para que sejam tomadas as medidas necessárias para garantir o atendimento”, diz Mascarenhas.

Veja a íntegra da nota:

Nota  Plansaúde

 Sobre a decisão dos médicos de suspender o atendimento pelo Plansaúde, a Secretaria da Administração informa que não é perfil da atual gestão do Governo do Estado não honrar com seus compromissos. A atual gestão assumiu em 1° de janeiro de 2011, honrou todos os compromissos com instituições, recuperando a credibilidade do governo junto a instituições financeiras, fornecedores e prestadores de serviço. O Estado pode cobrar a responsabilidade do Sindicato dos Médicos do Tocantins em propagar a inverídica situação de calote.

A última prorrogação do contrato entre o Estado e operadora Unimed Centro-Oeste e Tocantins vence no dia 14 de abril e o Estatuto das Licitações permite que ocorra mais uma renovação.

A operadora Unimed Centro Oeste e Tocantins já fez os pagamentos dos honorários a todos os prestadores. Para paralisar os serviços, os médicos devem fazer uma notificação formal com prazo estipulado, por se tratar de um serviço essencial à população;


O Plansaúde é um benefício, que envolve o cuidado com vidas e atitudes extremas como as incitadas pelo Simed acarretam aos servidores vários prejuízos, cujos reparos podem ser cobrados até judicialmente pelo Estado. A própria Defensoria Pública do Tocantins já manifestou-se pela imprensa sobre a possibilidade de uma ação judicial contra a categoria, caso não se resolva o impasse.

Por fim, o Plansaúde pede aos servidores que informem quais profissionais recusaram a atender, para que sejam tomadas as medidas necessárias para garantir o atendimento. Governo do Estado acredita no comprometimento dos médicos para continuarem atendendo os servidores públicos pelo Plansaúde.



Palmas, 20 de março de 2013.


Lúcio Mascarenhas
Secretário da Administração

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