Saúde

Foto: Luciano Ribeiro Vacina estará disponível nos 333 postos de saúde do Tocantins Vacina estará disponível nos 333 postos de saúde do Tocantins

O governo do Estado passa a oferecer, em toda a rede pública de saúde, a vacina contra varicela (catapora). A nova vacina vai compor o Calendário Nacional de Vacinação e será ofertada exclusivamente para crianças de 15 meses a dois anos incompletos, que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral.

Conforme a coordenadora estadual de Imunização, Marlene Alves, a vacina que vai imunizar contra a catapora está incluída na tetra viral, protegendo contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela (catapora). “A vacina da catapora ou varicela já era uma vacina que existia na rede particular e nós tínhamos ela também no Centro de Referência Imunológica Especiais (CRI), essa era uma vacina especial que era só para algumas pessoas, como indígenas e os imonudeprimidos. Hoje, ela está sendo oferecida para crianças a partir de 15 meses e menores de dois anos de forma gratuita”, afirmou.

De acordo com Marlene não haverá campanha de vacinação, pois a vacina tetra viral será disponibilizada na rotina dos serviços públicos em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral. “A vacina passa a fazer parte da rotina das unidades de saúde, e a partir agora os municípios estão aptos a administrarem a dose, ressaltamos que são 333 postos de vacinação no Estado”, destaca, ressaltando que a vacina já está disponível em Araguaína e, a partir da próxima semana, nos postos de saúde de todo o estado. A tetra viral passa a fazer parte das 25 vacinas ofertadas pelo SUS, 13 delas já disponibilizadas no Calendário Nacional Vacinação.

Laboratório

Segundo informações do Portal da Saúde, a produção nacional da vacina tetra viral é resultado da parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Bio-Manguinhos e o laboratório privado britânico GlaxoSmithKline (GSK). Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria, os laboratórios da rede privada, são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.