Educação

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Em três dias de participação no I Simpósio de Desporto Escolar (Simdeduc), mais de 400 Profissionais em Educação Fisica do Tocantins e estados como Pará e Mato Grosso das redes estadual, municipal públicas e privadas  de ensino debateram importantes temas sobre o esporte escolar e seus desafios. A secretaria de Estado de Educação e Cultura (Seduc), parceira do evento, levou profissionais das 13 diretorias regionais para participar das discussões ao entender a importância do evento.

Para a profissional de Educação Física, Heliane Pereira, a participação dos professores foi de extrema importância para uma consolidação mais eficaz do trabalho do desporto escolar. “Nesses três dias de evento, tivemos a oportunidade de abordar diversos assuntos no simpósio como o esporte de inclusão social, rendimento esportivo, para desporto e novos métodos educacionais esportivos”, pontuou.

O presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação Física no Tocantins (Sinpef), Luciano Lucas pontua. “chegamos ao fim do evento com o sentimento de dever cumprido e objetivo alcançado, a falta de capacitação nos leva a baixa qualidade ao ensinar, a valorização que tanto buscamos passa sem dúvida pela boa formação, e o Simpósio foi pensado nesse sentido, e dele vamos fazê-lo tradição, com edição anual com temas relevantes e atuais, avaliação que fizemos foi muito positiva, discutir Desporto Escolar é discutir Educação, e garantir Educação de qualidade é formar atletas para a vida e cidadania”

O Simpósio de Desporto Escolar foi realizado pelo Sindicato dos Profissionais em Educação Física, Federação Tocantinense de Desporto Escolar e Empresa Por Dentro do Esporte Ltda.

Experiência na prática

Na escola estadual Ana Amorim, em Pedro Afonso, uma das ações do Projeto Político Pedagógico desenvolvido pela unidade escolar tem como objetivos aliar os valores do esporte à educação, incentivando projetos que envolvam alunos, professores, funcionários, pais e toda a comunidade. “A prática esportiva é um direito humano. Todas as pessoas devem ter a possibilidade de praticar esporte sem qualquer tipo de discriminação”, ressaltou o professor de Educação Física Max Augusto.