Polí­tica

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Nesta semana que antecede a realização das convenções partidárias várias definições não podem mais ser adiadas. No grupo do governo a expectativa é pela adesão do grupo dos emergentes - formado por oito legendas pequenas que querem definir o rumo em grupo para garantir a eleição nas proporcionais.

Vários dirigentes destes partidos estão conversando com o governo e alguns até admitem que a tendência é uma coligação com o grupo porém um dos maiores questionamentos é sobre a formação das proporcionais.

Na base do governo também a dúvida é sobre a indicação para a vaga ao Senado. Uma fonte do governo afirmou ao Conexão Tocantins que apesar da nota encaminhada à imprensa dizendo que pode disputar o Senado, o ex-governador Siqueira Campos (PSDB) já teria dito que não pretende colocar o nome. Porém tal definição deve sair mesmo nas vésperas das convenções dos partidos da base do governo na segunda-feira, 30.

A preocupação do governo é contemplar a região Norte do Estado. Entre os deputados muitos querem Siqueira na disputa e outros preferem o lançamento de outro nome. Os deputados federais César Halum (PRB) e Eduardo Gomes (PSDB) estão no páreo pela vaga.

Oposição tenta se alinhar

No grupo da oposição a dúvida sobre os candidatos ao Governo ainda imperam já que muitos lançaram os nomes mas continuam conversando para tentar montar uma coligação. No grupo o clima é de silêncio e muitas articulações. O pré-candidato do PV, Marcelo Lelis, por exemplo, procurado para comentar sobre as definições disse que tudo está ainda no campo das conversações.

Do Pros, o senador Ataídes Oliveira que já está até preparando a estrutura de campanha, tenta formar um grupo em torno de seu nome e trazer partidos como o PT e o PV.

O PMDB continua em pé de guerra e com duas convenções marcadas: uma que deve acontecer amanhã e foi marcada por Junior Coimbra, que comandava o partido, e outra que está agendada para dia 28 e foi marcada após a intervenção na legenda. A situação do PMDB é hoje uma das maiores incógnitas da oposição. O nome defendido pelo PMDB é o do ex-governador Marcelo Miranda.