Polí­tica

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Os partidos da oposição estão ainda indefinidos com relação á formação dos grupos para disputar a eleição de outubro. A definição ficou mesmo para depois das convenções definitivas que acontecerão neste final de semana.

Neste sábado, 28, sai a primeira definição quando o PMDB vai confirmar os nomes de Marcelo Miranda e Katia Abreu para o Governo e Senado respectivamente deixando aberta a vaga de vice e a suplência ao Senado. O partido tem como certo apenas o apoio do PSD comandado pelo deputado federal Irajá Abreu.

No domingo, 29, é a vez do PT definir com quais partidos vai ficar e qual cargo vai indicar na majoritária. O pré-candidato ao Governo é o ex-prefeito de Porto Nacional, Paulo Mourão e o nome escolhido previamente para o Senado é o do petista histórico Milne Freitas.

No último dia, 30 de junho, o Pros do senador Ataídes Oliveira fará a convenção a partir das 9 horas na Feira da  Aureny I onde ele deve ser indicado para o Governo.  Também dia 30 é a convenção do PV, partido do Marcelo Lelis que também pensa em disputar o Governo no entanto o Tribunal Regional Eleitoral – TRE por maioria votou pela manutenção de inelegibilidade para o parlamentar durante oito anos. O parlamentar garante que não está inelegível.

Ao Conexão Tocantins o deputado Marcelo Lelis disse que está absolutamente confirmada sua candidatura ao Governo. As conversas com o Pros continuam e segundo ele tudo pode acontecer até os últimos momentos. “ Não descartamos essa possibilidade”, frisou.

Com relação a um diálogo do grupo PT/PV/PSDC com o PMDB, Lelis considera que a possibilidade é mais difícil e remota porém existe.

Emergentes

O grupo de partidos menores, conhecido como emergentes se dividiu. O PSDC, comandado por Adail Cavalho, formou bloco com o PV e PT enquanto isso o PTdoB, PMN e PRTB estão ainda estudando com que grupo vão compor.

Já o PHS, PTC, PRP e PSL  estão com tendência de apoiar o governo. O PCdo B, segundo informou o presidente estadual Luciano Arruda, mesmo com o apoio do prefeito de Palmas, Carlos Amastha ao Governo, ainda está definindo. “O PCdoB tem identidade própria e autonomia,a  prioridade é a eleição da Dilma”, explicou.