Polí­tica

Foto: Divulgação Candidato Elvio Quirino participou do Plebiscito Popular pela Reforma Política Candidato Elvio Quirino participou do Plebiscito Popular pela Reforma Política

O candidato a senador do Psol, professor Elvio Quirino, participou na última sexta-feira, 05, da votação do Plebiscito Popular pela reforma política, realizado entre outros locais na Universidade Federal do Tocantins (UFT). O “Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva pela Reforma Política" é uma iniciativa da Plenária Nacional dos Movimentos Populares.

O plebiscito começou na última segunda-feira, 1º de setembro para decidir se a população brasileira é ou não favorável a uma reforma política no País. A votação aconteceu durante toda a semana até o último domingo 7 de setembro, dia da independência.

O plebiscito continha apenas uma questão: "Você é a favor de uma constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político?" e a população respondia sim ou não para mostrar se concorda com a convocação de uma assembleia nacional constituinte para fazer a reforma política.

Sistema Político Falido

Quirino afirmou durante a votação que o sistema político está falido e precisa de mudanças, “a população precisa ser ouvida, é preciso mudar o sistema eleitoral, ele está viciado, além disso, as regras eleitorais são muito desequilibradas, os partidos grandes com maior número de deputados e senadores têm mais espaço na televisão para as propagandas eleitorais”, disse o candidato.

Segundo Quirino até mesmo a forma de financiamento das campanhas políticas e a forma de viabilização da participação da sociedade civil no processo eleitoral tem sido desigual, tendo em vista que o sistema atual, segundo ele, é baseado na troca de favores  e não permite que o eleitor fique a vontade para escolher criticamente seus candidatos.

Ainda nesta linha, Quirino defende uma reforma também na democratização interna dos partidos, “é necessário mudar as regras do estatuto dos partidos, colocar regras mais adequadas, para valorizar e incentivar mais a participação da sociedade no processo eleitoral”.

O candidato finalizou afirmando que todas as manifestações pela reforma política são legitimas, “é muito importante, não adianta o Brasil ser uma potência industrial, agrícola e na área tecnológica, se não tiver uma reforma política urgente”, concluiu.