Economia

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) encerrou na última quinta-feira, 06/11, em Brasília, a 9ª edição do Encontro Nacional da Indústria (ENAI). Liderados pelo presidente Roberto Magno Martins Pires, a Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO) esteve presente no evento com comitiva de 25 integrantes, além de estande com informações sobre a indústria tocantinense.

Com o tema “O que a indústria espera para os próximos 4 anos”, o ENAI reuniu cerca de 1.800 empresários de todo o país e resultou na elaboração da Carta da Indústria 2014 (disponível em www.portaldaindustria.com.br ). O documento, destinado a presidente da República Dilma Rousseff, ressalta que "é tempo de correção de rota", pois o Brasil precisa estar preparado para daqui quatro anos responder o quanto melhoraram os indicadores da produtividade.

Na avaliação do presidente da Fieto, o Encontro Nacional da Indústria conseguiu reunir as dificuldades do país inteiro e definir de forma pontual o que é preciso para colocar o Brasil no centro da economia global de negócios. "A Carta da Indústria é um documento que pode auxiliar os governantes na busca de soluções nos próximos quatro anos. Esperamos que em 2018 tenhamos resultados melhores", finalizou Roberto Pires.

Novas perspectivas

Também foram debatidos aspectos que interferem no desenvolvimento da indústria e do país como o déficit histórico em infraestrutura que chega a US$ 900 bilhões de reais, segundo dados apresentados pelo presidente do Conselho de Infraestrutura da CNI, José de Freitas Mascarenhas. Conforme os especialistas convidados, a reversão desse índice exige com urgência a ampliação de investimentos em logística e energia. 

Os empresários participantes puderam discutir pautas setoriais relacionadas a indústria gráfica, vestuário e construção civil, além de assistir painéis temáticos.  "A reunião de segmento abordou com profundidade os nossos desafios. Todas as palestras foram importantes para que possamos superar as dificuldades, sempre mantendo foco na competitividade", disse Tiago Ferreira, presidente do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do Estado do Tocantins (SIMAM/TO).