Polí­tica

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A Comissão Parlamentar de Inquérito, CPI do Igeprev, só pode fazer sessões depois que o plenário aprovar a prorrogação. Nesta terça-feira, 11,  os membros não realizaram sessão. O presidente, deputado Stalin Bucar (SD) questionou em entrevista ao Conexão Tocantins a demora na votação da prorrogação. “Vamos suspender a sessão para verificar o motivo que até agora o presidente não colocou em votação a prorrogação que já está tramitando há mais de 15 dias”, frisou.

Bucar ainda indagou: “ Quero saber qual é a manobra que está por trás?”, disse completando que a prorrogação foi assinada por todos os membros.

Outro impasse é que a CPI terá que indicar um novo relator, já que Raimundo Palito (PEN) reassumiu e sendo assim Ricardo Ayres (PSB), que era o relator, teve que deixar o cargo. O delegado que acompanhava as investigações, José Evando de Amorim será substituído pelo também delegado Alberto Carlos Rodrigues Cavalcante.

O deputado Sargento Aragão (Pros) e Ricardo Ayres (PSB) semana passada estiveram na Polícia federal em Brasília para buscar informações da CPI e devem relatar na próxima sessão as informações que conseguiram levantar.

A CPI está em fase de definições importantes como a data do depoimento de Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, indiciado pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, que apura desvios na Petrobras. A convocação dela já foi aprovada.

Troca de relator e do delegado que auxiliava investigações pode atrapalhar o andamento da CPI do Igeprev.