Polí­tica

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Os coordenadores políticos do governo estadual estão a todo vapor intensificando as conversações com os parlamentares visando garantir maioria para a eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Tocantins. A primeira definição é a do nome do candidato que ainda não foi escolhido. Em entrevista ao Conexão Tocantins na tarde desta segunda-feira, 26, o secretário de Articulação Política, Paulo Sidnei, afirmou que a fase é de conversação com os parlamentares. “Eu, o Buti, o Derval estamos empenhados nisso, ouvindo os parlamentares, é uma engenharia política. Estamos ainda nessa fase respeitando a autonomia do poder”, frisou.

Questionado se o governo já teria apoio de maioria dos 24 deputados estaduais o secretário foi cauteloso: “ estamos confiantes mas não temos estatísticas. O governo tem o vasto entendimento que o parlamento é um poder independente por isso estamos tendo uma conversar aberta e democrática”, revelou.

Conforme o Conexão Tocantins apurou o governo trabalha com pelo menos 14 parlamentares e tem conversado com todos principalmente com os novatos, que são maioria na nova legislatura. A definição passa pela composição da mesa diretora.

 Espaços no governo

O secretário comentou ainda sobre a participação de aliados políticos no governo. Segundo ele, há os espaços disponíveis porém essa questão depende do governador Marcelo Miranda (PMDB). “O governo tem a preocupação com a governabilidade. Temos duas etapas, a primeira é a eleição e a outra é a  governabilidade. Há os espaços, esse governo é bem técnico em relação as outros mas evidentemente q há espaços políticos porém essa conversa é com o governador”, frisou.

O secretário ressaltou que o momento é muito conturbado em razão do grave problema com a folha de pagamento e ainda da reestruturação que o governo passa. “Estamos fazendo o levantamento da herança, consolidando as informações e tudo isso tem sido feito paralelamente”, comentou.

Segundo Sidnei não há mudança na data prevista para o pagamento dos servidores estaduais que conforme combinado com os sindicatos acontecerá somente no dia 12 de fevereiro estando disponível nas contas no dia 13. “Continua a mesma previsão conforme o combinado”, frisou.

Em razão das dificuldades do governo para pagar a folha o pagamento dos próximos três meses não será feito no quinto dia útil e sim no dia 12.