Economia

Foto: Antonio Gonçalves

A intenção de consumo dos palmenses subiu 1,5 pontos no primeiro mês de 2015, em relação a dezembro do ano passado. O dado foi divulgado pela pesquisa que mede a Intenção de Consumo das Famílias de Palmas (ICF), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, em parceria com Fecomércio Tocantins. 

O índice totalizou 120,1 pontos, o maior registrado desde maio, que foi de 117,5. Em dezembro, a intenção de consumo registrada foi de 118,6. 

A pesquisa ainda aponta que, para famílias com renda de até 10 salários mínimos, o índice aumento 2,1, passando de 116,6 em dezembro para 118,7 em janeiro. Já entre famílias com renda superior a 10 salários mínimos houve uma queda na intenção de consumo de 4,4 pontos no mesmo período, caindo de 137,9 para 133,5 no mesmo período. 

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico e Emprego, Cleide Brandão, medidas adotadas pelo governo municipal podem ter contribuído para a alta no índice. “Desenvolvemos o trabalho com jovens empreendedores que resulta na contratação de 250 jovens que hoje incrementam as rendas de suas famílias. Além disso, atuamos na formalização de mais de três mil microempreendedores individuais, contribuindo para o empoderamento desses empreendedores”, afirmou. 

Cleide ainda ressaltou as medidas do executivo para garantir o pagamento dos servidores municipais e benefícios que fortalecem a economia local. 

Sobre a pesquisa, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Palmas, Davi Gouveia salientou, “vem em boa hora, é uma pesquisa realizada por entidade séria e que reflete bem a realidade palmense, além de trazer um novo ânimo ao empresariado”.

Dados

Sobre a situação no emprego, 76% dos entrevistados se disseram mais seguros em seus empregos e para 43% há perspectiva positiva de melhoria profissional para os próximos seis anos. Em comparação ao ano passado, 71,4% que a renda familiar está melhor.

Quanto ao acesso ao crédito, 60,7% avaliam que está mais difícil conseguir empréstimo ou crédito para compras a prazo. Em relação ao consumo, 35,2% acreditam que o consumo de sua família e da população em geral tende a ser maior nos próximos seis meses. (Com informações da Fecomércio)