Polí­cia

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Segundo informou em entrevista ao Conexão Tocantins na tarde desta terça-feira, 10, o delegado João Sérgio Kenupp, responsável pelo caso da professora Heidy Ayres Leite Moreira que foi encontrada morta há mais de dois meses, o inquérito do caso está sendo finalizado.

Alguns veículos de comunicação do Estado chegaram a noticiar que o inquérito já havia sido finalizado mas o delegado Kenupp informou ao Conexão Tocantins que por ser volumoso, não se pode afirmar um dia certo para que esteja pronto. “O inquérito tem mais de cinco volumes. Não posso dar um prazo. Já chegou a documentação que precisava, já acabei a investigação”, afirmou.

O delegado confirmou ao Conexão Tocantins que o marido da professora Heidy, Alan Moreira Borges, se negou, por duas vezes, a fazer os exames solicitados pela Polícia e que, por isso, é dificultada a resolução do caso. “O marido se negou a fazer os exames duas vezes, o que é direito dele.  Ninguém é obrigado a fazer prova contra si mesmo. [...] Dificulta porque é menos uma prova que tenho”, disse. O material genético de Alan seria comparado com o material genético retirado do corpo da vítima. 

Alan figura como o principal suspeito pelo crime. Uma fonte da Polícia Civil informou ao Conexão Tocantins que numa escala de 100%, o marido tem de 85 a 90% de chance de ser o acusado.

Entenda 

Heidy Ayres Leite Moreira, 34 anos, era professora e coordenadora da Escola de Tempo Integral Padre Josimo Tavares na Capital e foi encontrada morta no quarto de casa na noite do dia 06 de dezembro de 2014 com inúmeras perfurações pelo corpo, ocasionadas por golpes de faca. 

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