Polí­tica

Foto: Divulgação Vereador Junior Geo quer averiguar se de fato esses veículos locados existem Vereador Junior Geo quer averiguar se de fato esses veículos locados existem

O professor vereador Júnior Geo (PROS) fez menção nessa quarta-feira, 12, a um requerimento pendente de apreciação pela Mesa Diretora da Câmara Municipal, pedindo urgência na sua votação. O requerimento, protocolado desde o mês de março deste ano, solicitava informações da Prefeitura de Palmas relacionadas às locações de veículos, cujo quantitativo teria triplicado da gestão passada para a atual de Carlos Amastha (PSB).

Segundo o regimento interno da Câmara Municipal, o requerimento é uma das maneiras utilizadas pelos vereadores para obter maiores informações documentais dos órgãos competentes e exercer o seu papel de fiscal do Executivo. O objetivo, segundo o parlamentar, seria averiguar se de fato esses veículos locados existem e se estão sendo utilizados para os devidos fins, visto que são pagos com o dinheiro público.

“Por razões que fogem do meu conhecimento, esse assunto não entrou em pauta e está protocolado desde março. Não vejo justificativa para não haver caráter de urgência na transparência de um documento que permite o exercício do meu trabalho de fiscalizar o poder público”, questiona Geo.

O líder de governo, vereador José do Lago Folha Filho (PTN), pediu a Júnior Geo que fosse coerente diante dos colegas em tribuna e não falasse apenas em nome próprio, que observasse que os outros vereadores são aliados no trabalho para contribuir com a cidade de Palmas. Segundo Folha, o Executivo não teria nada a esconder, principalmente quando se trata da prestação de serviços.

Apesar de dizer que o executivo não teria nada a esconder, o líder do prefeito, em conjunto com a maioria dos vereadores presentes, desconsiderou o caráter de urgência da votação que possibilitaria o acesso aos documentos que segundo a lei da transparência deveriam estar disponíveis. O presidente da casa argumentou não ter a informação de que o requerimento estaria desde março sem a devida apreciação e que existiam outros projetos a serem votados com prazo e maior prioridade.