Palmas

Foto: Divulgação Dsembargadora analisa recurso Dsembargadora analisa recurso

O Sindicato dos Trabalhadores da Educação – Sintet, ingressou no dia 15 de outubro com um recurso na ação da prefeitura contra a greve dos Educadores que começou no dia sete de outubro. O Sindicato pede a revogação da decisão agravada  no sentido de indeferir o  pedido liminar pleiteado pela prefeitura para que a greve seja declarada legal

O recurso vai ser analisado pela desembargadora Jaqueline Adorno que deve encaminhar para análise do pleno. Não há sessão prevista para este mês, portanto não há previsão para o julgamento ainda. A prefeitura ingressou com ação contra a greve no dia sete e já no dia oito a desembargadora Jacqueline Adorno determinou a suspensão do movimento paredista e determinou multa, em caso de descumprimento da sentença, de R$ 1 mil por dia.

No recurso o Sintet alega que há um ano vem buscando negociar com a Secretaria Municipal de Educação da capital, ocorre que as respostas são sempre fluidas e subjetivas, sem concretas aos pleitos da categoria. “É de se notar que embora o Município alegue que em sua maioria as reivindicações foram atendidas, quando se passa a verificar o que realmente se atendeu, identificasse que nada altera a realidade destes profissionais as respostas do município, ou seja, de fato nunca houveram propostas reais”, alega.

O Sindicato apresentou um quadro no qual detalha para cada reivindicação a resposta que a prefeitura deu até deflagrar a greve.  “O município falta com a verdade quando argumenta que as reivindicações foram atendidas em sua maioria, e pior, quando sustenta que as negociações ainda estão sendo viabilizadas”, argumentou.

Outra alegação da categoria é de que o município tenta, como se diz na expressão popular “por panos quentes” sempre que a categoria busca seus direitos, sempre prometendo soluções sem nunca explicar como nem quando estas chegarão. O recurso foi ingressado no dia 15 de outubro.

Os educadores pedem Climatização das salas de aula, a retirada do Projeto de Lei no 25 de Pauta da Câmara de Vereadores bem como, de qualquer outro projeto de alteração do PCCR da educação sem a devida discussão com a Categoria, a Revogação do Projeto Salas Integradas, o Cumprimento Integral do PCCR/eleição para diretores(a) Escolares; Pagamento das progressões , titularidades e fim do sistema de Meritocracia  e ainda 30% do orçamento Municipal com destinação  para custeio da Educação Municipal.