Polí­tica

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O encerramento da greve da Educação de Palmas foi um dos assuntos debatidos pelos deputados estaduais na sessão desta terça-feira, 20.  “O bom é que chegamos ao final e que as aulas vão recomeçar mas não podemos permitir que a representação social das categorias tenham sua prisão pedida apenas porque está lutando por uma categoria. Me causou estranheza o pedido de prisão do prefeito”, disse o deputado Wanderlei Barbosa (SD) ao criticar a postura do prefeito Carlos Amastha (PSB) com relação ao movimento grevista ao pedir a prisão do presidente da regional Palmas do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins (Sintet), Joelson Pereira.

Segundo o deputado, os professores não fizeram ato de vandalismo durante a manifestação o que não justificou o pedido. O deputado comentou as reivindicações dos professores dentre elas a retirada do Projeto Salas Integradas. “O governo do município não sabe conviver com opiniões diferentes”, disse.

O deputado afirmou que espera que todas as reivindicações feitas sejam cumpridas dentre elas a climatização das escolas. “Não dá para os estudantes em tempo integral ficarem nas salas de aula sem climatização”, frisou. Para Wanderlei, o prefeito de Palmas precisa aprender a conversar e dialogar com os movimentos e a sociedade organizada.

Outro assunto abordado na tribuna foi sobre a gestão do município de Porto Nacional. O deputado Toinho Andrade (PSD) afirmou que a cidade é considerada como uma das 10 melhores na geração de emprego e uma das 50 com expressivo crescimento na economia e nos negócios. O discurso de Toinho vem após várias críticas feitas pelo deputado Ricardo Ayres (PSB) com relação á gestão comandada por Otoniel Andrade.

Segurança Pública

A Segurança Pública no Estado também esteve no centro dos debates. “Esse final de semana foi sangrento segundo a imprensa local foram quatro mortes vítima de assassinatos alem as ocorrências grandiosas que ocorreram”, afirmou o peemedebista Elenil da Penha durante a sessão.

O assassinato de Dimas Araújo Rocha que trabalhava no cartório de registros de Porto Nacional também foi citado pelos parlamentares . A suspeita é que dois homens tenham sido os autores do crime. “A gente pede todo o esforço do governo do Estado que reforce e busque forças para combater os bandidos de forma dura e corajosa, bandido tem que ser tratado como bandido”, frisou Nilton Franco do PMDB.

A deputada Valderez Castelo Branco (PP) falou da necessidade de um trabalho para banir a criminalidade no nosso Tocantins”, disse.