Polí­tica

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Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que não funcionam e a lentidão da regularização fundiária de vários setores em Palmas centralizaram os discursos na sessão desta quinta-feira, 17, na Câmara de Palmas.

O primeiro tema foi exposto pelo vereador Júnior Geo (Pros). O que incomoda o parlamentar são cinco ambulâncias alugadas pela administração para atender ao Samu. De acordo com Geo, os veículos estão parados no pátio da garagem central da prefeitura por falta de pneus. “Nós temos ambulâncias paradas há mais de 30 dias por falta de pneus”, reclamou o vereador.

Júnior Geo considera a situação inadmissível, ainda mais considerando o alto custo da locação. Cada ambulância, afirmou o parlamentar, custam R$ 600,00 ao dia, o que totaliza R$ 18 mil por mês por veículo.

O pior, conforme Júnior Geo, é que outras cinco ambulâncias do serviço móvel de urgência e emergência também estão paradas por falta de manutenção técnica. “São dez ambulâncias que poderiam estar funcionando no município de Palmas e não estão por falta de gestão”, lamentou.

Concluindo, o vereador questionou a quem pertencem as ambulâncias locadas e qual o interesse de mantê-las paradas.

Regularização Fundiária

O processo de regularização fundiária de vários setores da Capital foi criticado por Milton Neris (PR). Neris não poupou críticas a atuação do Instituto Municipal de Planejamento Urbano e, especialmente, ao arquiteto Luiz Masaru, que preside o órgão.

Na opinião do parlamentar, os processos de regularização em nada avançaram, para decepção de moradores de bairros como o setor Irmã Dulce, União Sul e de diversos chacareiros que há anos aguardam pela regularização das áreas onde moram.

“Aí eu fico perguntando, regularização fundiária é prioridade desta gestão?”, questionou.