Polí­tica

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O deputado federal Carlos Henrique Gaguim (PTN/TO) votará sim pelo impeachment da presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT). A confirmação veio através de nota encaminha à imprensa nessa segunda-feira, 28. 

Gaguim realizou pesquisa de voto através de enquetes em redes sociais e disse votar a favor do impeachment pela vontade do povo brasileiro. O deputado também considera a situação econômica e política em que passa o País e vontade "dos meus eleitores tocantinenses e de muitos cidadãos do Brasil" para declarar tal voto. "Declaro pelo Tocantins, pelo Brasil que voto SIM pelo impeachment", posicionou. 

Posição da bancada tocantinense

Além da deputada Josi Nunes que deu sinais claros quanto ao posicionamento que deve tomar na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, até o momento, dos oito parlamentares tocantinenses na Câmara dos Deputados, já se definiram pelo voto no impeachment da presidente Dilma, o deputado César Halum (PRB), a deputada Dorinha Seabra Rezende (DEM), Carlos Gaguim (PTN) e, provavelmente, a deputada e primeira-dama do Estado do Tocantins, Dulce Miranda (PMDB), em função da orientação do PMDB no Estado. 

Já o deputado federal Lázaro Botelho (PP) considera prematuro assumir uma posição agora, sem ter analisado todos os aspectos do processo. Segundo o deputado, embora seja membro da base do governo, ele fará uma cuidadosa análise do processo, dos argumentos da defesa e da acusação, para só aí decidir seu voto. O parlamentar informou que a decisão será tomada em conjunto com a bancada do seu partido, que ainda irá reunir-se para discutir o assunto. 

O deputado Vicentinho Júnior (PR) também prefere ainda não posicionar-se sobre o impeachment. O parlamentar está analisando o cenário político. 

Completando o grupo dos oitos parlamentares tocantinenses na Câmara dos Deputados, Irajá Abreu (PSD), até o momento, é o único que dá sinais que votará contra o impeachment da presidente Dilma. O deputado é filho da ministra da Agricultura, senadora Kátia Abreu, tida como uma fiel aliada da presidente. Especula-se, inclusive, que a ministra possa deixar o PMDB e regressar ao PSD, liderado nacionalmente pelo ministro das Cidades Gilberto Kassab.