Polí­cia

Foto: Divulgação Frederico Gayer não cometeu outros crimes, segundo sua defesa Frederico Gayer não cometeu outros crimes, segundo sua defesa

A defesa do réu Frederico Gayer, acusado de assassinar Hebert Resende em 1997, rebateu as declarações da viúva da vítima, Adriane Gavião, que concedeu entrevista ao Conexão Tocantins e chegou a acusar o réu de ter cometido outros crimes e inclusive atentado contra a vida da própria mãe, a delegada de polícia à época, Conceição Gayer.

Segundo a defesa, representada pelo advogado Rogério Leal, não é verdade que Gayer tenha cometido outros crimes de assassinato. Leal rebateu também a informação de que Frederico Gayer tenha esfaqueado a própria mãe: “também é outra invenção de Adriane Gavião, esse fato foi devidamente esclarecido pela mãe de Gayer quando ainda em vida, de que não passou de boatos e fofocas fomentadas pelos familiares da vítima”, afirma o advogado em nota de resposta.

Segundo o advogado Rogério Leal, Frederico efetuou um único tiro para conter “a agressão que sofreu e continuaria sofrendo da vítima”. Segundo ele, no processo tem laudo de lesão corporal feito no ouvido de Gayer que comprovaria agressão sofrida. “Ademais, o tiro não foi no peito, e sim, na barriga, conforme atesta o Laudo Cadavérico juntado ao processo”, afirma o advogado.

Rogério Leal finaliza a nota de resposta desafiando a viúva Adriane Gavião a provar quem são as outras vítimas de Frederico Gayer e os processos. “A desculpa de que, a mãe de Frederico teria acobertado esses crimes e limpado a sua ficha, é uma vã tentativa da viúva em transformar Gayer em um monstro”, diz o advogado.

Confira abaixo na íntegra, a nota de resposta da defesa de Frederico Gayer.

A defesa de Frederico Gayer repudia a matéria concedida pela viúva de Hebert Resende, Adriane Gavião concedida ao Conexão Tocantins

Não é verdade que Frederico Gayer cometeu dois outros crimes de assassinato como alega Adriane Gavião. Pois, a sua certidão criminal e toda a sua vida pregressa acostada ao processo e ratificada pelo Juiz na sentença do Júri, comprovam que Frederico só teve esse processo criminal em sua ficha criminal.

A alegação de que Frederico Gayer, esfaqueou a sua mãe, também é outra invenção de Adriane Gavião, esse fato foi devidamente esclarecido pela mãe de Gayer quando ainda em vida, de que não passou de boatos e fofocas fomentadas pelos familiares da vítima de Hebert Resende, para denigrir a imagem e a dignidade de Frederico, os depoimentos estão à disposição no processo.

Outra falácia, o fato delituoso, ocorreu por única e exclusiva atitude da vítima, inclusive, consta no processo que antes do evento ocorrido com Frederico a vítima discutiu com frequentadores da boate Draft em Goiânia. Por ironia do destino um dos frequentadores agredido verbalmente pela vítima, foi quem lhe prestou socorro, e depois, tornou-se testemunha do processo, ratificando a versão de que a vítima estava muito alterada em virtude da embriaguez.

Frederico efetuou um único tiro para conter a agressão que sofreu e continuaria sofrendo da vítima, no processo tem Laudo de Lesão Corporal feito no ouvido de Gayer que comprova a agressão sofrida. Ademais, o tiro não foi no peito, e sim, na barriga, conforme atesta o Laudo Cadavérico juntado ao processo.

Adriane, alega que no momento do fato, Frederico deixou cair no chão o celular, e que a viúva buscou junto a Telegoiás informações de quem seria o dono do celular. E de imediato teria recebido uma ligação da mãe de Frederico, informando que seu filho teria matado um cara na porta da boate, outra, tentativa de mudar a versão dos fatos por parte de Adriane, a vítima não faleceu no local e sim após alguns dias no Hospital Santa Genoveva. Adriane, inclusive, admite em sua entrevista que a vítima ficou internada por 20 dias.

Lamentável! Adriane Gavião acusa políticos e autoridades do Judiciário Goiano de corrupção sem provar o que seria e para quem seria as propinas para beneficiar Frederico. Esse caso vai receber a devida apuração. Pois, qual benefício teria Frederico recebido dessas Autoridades, se ele foi processado e condenado?

Vale lembrar que, não foi um ato de covardia como tenta impingir Adriane Gavião ao Frederico.

Adriane cita um vigia que foi testemunha no processo, como a pessoa que teria visto Frederico aguardando a saída da vítima da boate para tirar satisfações, o que nunca foi verdade! Essa testemunha, admitiu no Júri que foi corrompida e que mentiu em todos os depoimentos para prejudicar Frederico, em razão dos benefícios financeiros oferecidos pelos familiares da vítima. Disse e apontou os familiares que lhe concederam as vantagens durante o julgamento no Júri. Por tal fato, essa testemunha e familiares encontram-se investigados no 4º Distrito Policial de Goiânia, por falso.

Finalizando, não existe outros crimes praticados por Frederico Gayer! Inclusive, a defesa desafia Adriane Gavião a provar quem são essas vítimas e os processos. A desculpa de que, a mãe de Frederico teria acobertado esses crimes e limpado a sua ficha, é uma vã tentativa da viúva em transformar Gayer em um monstro.

Frederico Gayer, apresentou espontaneamente para prestar sua versão dos fatos, acompanhou todo o processo e atualmente aguarda o julgamento dos recursos. O mandado de prisão expedido em seu desfavor, ocorreu em virtude do último posicionamento do STF. No entanto, os recursos aguardam julgamentos, ou seja, não ocorreu o trânsito em julgado da pena imposta. E caso mantenha a sentença condenatória, Frederico não furtará ao cumprimento da pena, uma vez que, sempre respeitará as decisões judiciais.

Acreditamos na lisura e responsabilidade do Conexão Tocantins, e, no direito que assisti as partes para dar sua versão. No entanto, não podemos admitir as distorções focadas exclusivamente para prejudicar o bom andamento do processo e da realidade dos fatos ocorridos envolvendo Frederico, pois tenta transformar um homem do bem que teve um único infortúnio em sua vida numa pessoa do mal. Nos colocamos a disposição para provar todas as assertivas acimas mencionadas.

(Rogério Leal – Advogado de Frederico Gayer)