Economia

Foto: Divulgação Para quem quer investir ou dinamizar seu negócio, os recursos do FNO continuam altamente competitivos, segundo Marivaldo Melo Para quem quer investir ou dinamizar seu negócio, os recursos do FNO continuam altamente competitivos, segundo Marivaldo Melo

Os encargos financeiros do  Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) para operações de crédito rural seguem inalterados para o período de 1º de julho de 2016 a 30 de junho de 2017, ou seja, não houve mudanças na taxa de juros anual do Fundo, o que possibilitará aos empreendedores usufruírem das mesmas condições com que operaram no período de julho de 2015 a junho deste ano. A decisão foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião ordinária realizada no último dia 30 de junho, segundo informação do Banco da Amazônia.

“Para quem quer investir ou dinamizar seu negócio, os recursos do FNO continuam altamente competitivos. Nossas taxas são diferenciadas porque o crédito é para fomentar o desenvolvimento da Amazônia, uma região que precisa de um tratamento distinto, devido as suas peculiaridades”, diz Marivaldo Melo, presidente do Banco da Amazônia.

Para as operações de investimento com ou sem custeio associado, para receita bruta de até R$ 16 milhões, a taxa de juros ao ano do FNO continua em 7,65% e, para quem pagar em dia, há bônus de adimplência de 15%, passando a taxa anual para 6,50%. Para receita bruta de R$ 16 milhões a R$ 90 milhões, os encargos são de 8,53% ao ano e, com o bônus de adimplência, esses diminuem para 7,25% ao ano. Já para receita bruta acima de R$ 90 milhões, a taxa, sem o bônus, é de 10%, e com o bônus cai para 8,50% ao ano.

Quanto às operações de custeio, capital de giro isolado e comercialização, as taxas do FNO são as seguintes: 8,82% para receita bruta de até R$ 16 milhões e, com bônus, reduz para 7,50%; 10,29% para receita bruta de R$ 16 milhões a R$ 90 milhões e de 7,25% como bônus de adimplência; e de 12,35% para receita bruta acima de R$ 90 milhões, sendo que reduz para 10,50% com o bônus de adimplência.

Os encargos financeiros se mantiveram, ainda, para as operações florestais que utilizarem os financiamentos do FNO Biodiversidade e ABC, para projetos de conservação e proteção do meio ambiente, recuperação de áreas degradadas e desenvolvimento de atividades sustentáveis. Nesses casos, independente do porte, a taxa de juros do FNO segue em 8,53%, reduzindo para 7,25% como bônus de adimplência.

Por: Redação

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