Polí­tica

Foto: Antônio Gonçalves

O problema da falta de água, umas das principais reivindicação dos moradores de Taquaruçu Grande, será solucionado ainda no primeiro semestre de 2017, segundo proposta apresentada pelo candidato a prefeito de Palmas, Raul Filho (PR), durante reunião na noite desta última terça-feira, 30. “Vamos acionar a empresa concessionária para a solução satisfatória do problema. Caso não tenhamos uma resposta imediata, vamos construir reservatórios, poços artesianos. Isso não é promessa, é compromisso, já para o início da nossa futura gestão”, posicionou.

Raul também se comprometeu em transformar a atual Escola João Beltrão, em Centro de Educação Infantil (CMEI) e construir uma nova escola para a região. “Com melhor estrutura física, alimentação e atendimento humanizado para nossas crianças”, planejou.

Melhor cobertura do transporte coletivo e um abatedouro foram outras reivindicações para Taquaruçu Grande. “Raul visitava todas as regiões, em diversas ocasiões confraternizava com a nossa gente em um jogo de futebol. Foi o prefeito humano que tivemos”, declarou o presidente da associação de moradores, Betão Milhomem.

O depoimento dos moradores sobre a situação dos serviços de saúde pública, foi também o que atraiu a atenção do futuro prefeito de Palmas. “Não adianta fazer propaganda com a saúde de qualidade apenas no centro da capital, aqui, nos assentamentos, zona rural e bairros afastados, a situação é outra”, disse o popular, Ditão do Povo.

“Gestão Shopping”

O candidato a vereador Leoni Junior (PR), jovem que pretende defender o setor ruralista, lamentou o atual prefeito não ter conhecimento da zona rural em torno da capital. “Realmente ele [Amastha], administra Palmas como se fosse um Shopping. Limpa, enfeita e faz muita propaganda para enganar e conquistar o eleitor. O verdadeiro marketing do mal”, analisou seguido de risos do público.

“Raul Filho representa a juventude, os idosos, independente de classe social.  Já o atual prefeito, só sabe plantar grama, flores e pintar meio-fio”, comparou o líder comunitário, Eduardo da Guarda.