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Em 2016, foram registrados 2.793.935 nascimentos no Brasil. O número aponta uma redução média de 5,1% na comparação com o ano anterior, quando tinham sido registrados 2.945.344 nascimentos. Essa foi a primeira queda desde de 2010, incluindo o total e as grandes regiões.

O material fez uma avaliação do número de nascimentos por estado e Pernambuco foi o detentor da maior queda no volume de nascimentos (-10,0%) no Nordeste e no país. No Norte, a maior queda nos nascimentos foi registrada no Tocantins, com -8,0%. No Centro-Oeste, a redução no número de nascimentos foi maior para o Mato Grosso (-6,8%) e menor para o Mato Grosso do Sul (-4,0%). No Sudeste, as quedas variaram de -5,1% em São Paulo e -6,5% no Rio de Janeiro.

Já no Sul as quedas nos nascimentos foram relativamente menores, variando de -2,2% em Santa Catarina e -4,7% no Rio Grande do Sul. Na contramão, Roraima foi a única Unidade da Federação que apresentou aumento de nascimentos ocorridos e registrados entre 2015 e 2016: ao todo, 3,9%.

A distribuição percentual dos nascimentos por grupo de idade da mãe se manteve inalterada em relação a 2015. Os nascimentos na região Norte têm maior concentração no grupo de idade das mães de 20-24 anos (29,6% dos nascimentos). Por outro lado, as regiões Sul e Sudeste têm o perfil mais envelhecido da curva de distribuição dos nascimentos por idade da mãe. Nessas regiões, o maior percentual de nascimentos ocorre entre as mulheres de 25-29 anos (Sul, 24,7% e Sudeste, 24,3%), 20-24 anos (23,5%) e 30-34 anos (22,1%).

As estatísticas de registro civil também avaliam a quantidade de casamentos civis, entre pessoas do mesmo sexo ou não, percentuais de divórcios, volume de óbitos e outros dados.

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