Polí­tica

Foto: Guilherme Paganotto A luta contra a discriminação racial só começou a se intensificar no Brasil após a Constituição Federal de 1988 A luta contra a discriminação racial só começou a se intensificar no Brasil após a Constituição Federal de 1988

Representantes do Conselho Municipal de Igualdade Racial de Palmas (Compir) estiveram na Câmara de Palmas, na manhã desta quarta-feira, 21, para uma visita institucional com o intuito de alertar a Casa de Leis para os alarmantes números de casos de feminicídios envolvendo a mulher negra. O dia Internacional contra a Discriminação Racial é celebrado anualmente em 21 de março.

Nélio Lopes, presidente do conselho de igualdade racial apresentou dados que constam que o número de mulheres negras assassinadas no Tocantins cresceu em 19,5% nos últimos dez anos. “A preocupação com o aumento desses casos nos leva a buscar medidas e parceiros para que possamos assegurar estas mulheres em condições de riscos para que elas possam denunciar seus agressores”, concluiu.

A luta contra a discriminação racial só começou a se intensificar no Brasil após a Constituição Federal de 1988 que incluía o crime racismo como inafiançável e imprescritível.

Para o presidente Folha Filho (PSD), é importante debater essa realidade. “Esta é uma data que reforça a luta contra o preconceito racial em todo o mundo, e nos motiva a promover políticas públicas para o bem da nossa população negra”, destacou.