Cultura

Dirigido por David Yates. Com: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Michael Gambon, Gary Oldman, Emma Thompson, Maggie Smith, Richard Griffiths, Fiona Shaw, Brendan Gleeson, George Harris, Natalia Tena, Bonnie Wright, Evanna Lynch, Katie Leung, Tom Felton, Matthew Lewis, David Thewlis, Julie Walters, Imelda Staunton, Jason Isaacs, Alan Rickman, Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes.

Os fãs ficaram muito tensos e com o coração nas mãos. A razão é óbvia: A volta do arquivilão Lorde Voldemort e seus Comensais da Morte. Indubitavelmente a morte de um amigo de escola e as lições de como tolerar dor insuportável não são elementos comuns de uma estória para crianças. Em "Harry Potter e a Ordem da Fênix", o bruxo mais famoso do cinema retorna para o quinto ano de estudo em Hogwarts e descobre que a comunidade bruxa está abnegando seu recente encontro com o malígno Senhor Valdemort, preferindo fechar os olhos para a notícias de que Voldemort teria retornado. Temendo que o venerável diretor da escola de Hogwarts, Alvo Dumbledore, esteja mentindo sobre o retorno de Voldemort, na tentativa de tomar seu cargo, o Ministro da Magia Cornélio Fudge indica um novo professor para a disciplina de Defesa Contra as Artes das Trevas, de forma que fique este fique vigia em Dumbledore e os alunos de Hogwarts. Mas a indicada, professora Dolores Umbridge, faz com que a disciplina deixe de ser ministrada para os bruxos mais novos que estão despreparados para defenderem-se contra as artes das trevas que ameaça a comunidade bruxa, que junto com seus amigos Rony e Hermione, Harry assume o problema. Encontrando secretamente um pequeno grupo de estudantes quem denominaram-se "Armada de Dumbledore", Harry os ensina a como se defenderem contra as Artes das Trevas, preparando corajosos jovens bruxos para a batalha que virá a frente.

Impressionante em seus aspectos técnicos (algo ao qual já nos acostumamos nesta série), A Ordem da Fênix encanta particularmente com sua direção de arte – a começar pelo imenso Ministério da Magia e passando pela sala rosada e enganosamente receptiva de Dolores Umbridge, culminando na imensa parede repleta de quadros com regras. Já os efeitos visuais se mostram relativamente inconstantes: se os "cavalos" esqueléticos que podem ser vistos apenas por quem já testemunhou a morte convencem em seu design e movimentos, outras criaturas digitais já não alcançam o mesmo sucesso – e o gigante Grope, com seus olhos sem vida, chega a ser menos convincente do que o troll do longa original. Da mesma forma, a sala de profecias que serve de palco para o terceiro ato traz um conceito visual fascinante, mas acaba se parecendo demais com o que é na realidade: um cenário virtual acrescentado sobre o green screen.

Por: Redação

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