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Foto: Elson Caldas

Dom Rodolfo Luís Weber, gaúcho de Santa Teresinha – Bom Princípio foi empossado neste domingo, 31, na Catedral Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, como novo bispo da Prelazia de Cristalândia. O governador Marcelo Miranda acompanhou a missa que marcou a cerimônia de posse. Também compareceram o secretário extraordinário de Assuntos Estratégicos, Paulo Mourão; a secretária estadual da Educação e Cultura, Maria Auxiliadora Seabra; a reitora da Unitins, Jucylene Borba; a superintendente do Iphan, Salma Saddi; e centenas de católicos da região e até de outros estados.

O governador Marcelo Miranda disse que esse é um momento de reflexão e um grande motivo para comemorar, pois é um bispo jovem, de apenas 46 anos, em um Estado novo, de 21 anos, que ainda tem muito por se fazer, que precisa de pessoas determinadas, que querem contribuir e defender o ser humano.

Durante a missa presidida pelo arcebispo de Palmas, Dom Alberto Taveira, e prestigiada por outros nove bispos, foi lida a carta enviada pelo Papa Bento XVI efetivando a transmissão do cargo. Em sua primeira homilia como bispo, Dom Rodolfo Luís Weber, agradeceu a acolhida calorosa da comunidade e disse que “o bispo, em primeiro lugar, é um cristão e a sua primeira função é anunciar o evangelho”.

Para a cristalandense Maria das Graças Reis, ministra da eucaristia e professora aposentada, há muitas expectativas quanto à atuação do bispo. “Com certeza um bispo jovem trará muitas coisas novas. É um momento diferente”, ressaltou a moradora.

A Prelazia de Cristalândia, criada na década de 50, é composta por 21 cidades e cinco delas estão localizadas no Estado de Goiás. Dom Heriberto Hermes, que respondeu pela prelazia por 18 anos, deixa o bispado em função de um pedido de aposentadoria, aprovado pelo Vaticano.

Na ocasião da missa, Dom Alberto Taveira anunciou à comunidade religiosa que Dom Heriberto Hermes será assistente de todos os Centros de Direitos Humanos do Tocantins. O convite feito pelos cinco bispos do Estado foi aprovado por unanimidade. “Isso foi um acordo unânime dos bispos do Tocantins, em função do seu ideal, que é trabalhar pelos direitos humanos, é uma expressão do reconhecimento que temos pela sua pessoa e da confiança de que esses centros podem fazer muito bem em nosso Estado”, finalizou Taveira.

Fonte: Secom