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O governador Carlos Henrique Gaguim, após a audiência com o Diretor Geral do Departamento Penitenciário Nacional, Airton Aloisio Michels, na manhã desta terça-feira, 26, no Ministério da Justiça, em Brasília, afirmou que foi reivindicado a liberação de recursos para terminar as obras em Barra da Grota; "conseguimos a disponibilização de cinco viaturas e duas ambulâncias, que chegarão brevemente ao Estado, e ainda avançamos com a proposta de construção de uma nova cadeia pública para presos provisórios”, disse o governador.

A possibilidade da liberação dos recursos para a reforma dos sistemas de segurança geral e a automação da Unidade de Tratamento Penal Barra da Grota, localizada em Araguaina; a liberação de novas viaturas e recurso emergencial foram as principais demandas apresentadas nas solicitações, pelo governador, reforçando sua expectativa de resolver a atual situação do sistema penitenciário do Tocantins. Esse anseio depende da liberação de recursos federais.

Cadeia pública

Em relação à construção de uma nova cadeia pública para presos provisórios, a proposta é liberar aproximadamente R$ 4.000.000,00, com contrapartida de 10% do Estado, com capacidade para 356 vagas, sendo o custo por vaga em torno de 15 mil reais. “Podemos afirmar que o Tocantins terá superávit de vagas”, garantiu Airton Michels. O diretor assegurou, ainda, que é salutar a preocupação do atual governador em garantir segurança e dignidade aos presos. “Carlos Gaguim e sua equipe já nos visitou várias vezes, em apenas um ano de gestão, no Ministério da Justiça, em busca de melhorias, na estrutura e administração penitenciária”, elogiou Michels.

Ficou acordado que nos próximos dias, o governador fará a escolha da área para construção da nova cadeia. “Queremos resolver a situação em que se encontra, disponibilizando o terreno e desta forma garantir um dos melhores sistemas prisionais do país”, enfatizou o governador. A escolha do local para a construção deverá ter como referência a localização, logística e redução de custos, entre outros requisitos.

Fonte: Secom