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Em entrevista ao Conexão Tocantins na manhã desta segunda-feira, 27, o coordenador geral da equipe de transição do novo governo, ex-senador Eduardo Siqueira Campos (PSDB), informou que a primeira medida de seu pai, o governador eleito Siqueira Campos (PSDB) à frente do Palácio Araguaia, após a posse, será regularizar as alterações nas pastas, anunciadas no decorrer deste mês.

Segundo Eduardo, é preciso que o governador assine uma Medida Provisória, que tem força de Lei, para que sejam oficializadas todas as alterações de nomenclatura, criações e fusões de secretarias e demais órgãos. “O governador irá assinar uma MP que crie e promova a reforma administrativa que dispõe sobre a mudança no modelo”, completou.

Eduardo ainda ressaltou que o principal objetivo nas mudanças propostas por Siqueira Campos, é aplicar práticas administrativas que, de acordo com ele, já vem funcionando em outros estados. “Mudança no modelo administrativo visando à aplicação de resultados. Nós queremos menos governo e mais resultados”, ressaltou.

O ex-senador da República ainda destacou a consequência, caso a medida de regularização das mudanças não seja tomada. “Senão, ele fica sem secretariado”, destacou.

Posse para o povo

Eduardo ressaltou que no ato da posse de seu pai como governador do Tocantins pela quarta vez, não existe uma programação que envolva convidados, autoridades, ou personalidades políticas de outros Estados.

De acordo com ele, o principal motivo é a posse dos governadores das 27 unidades federativas, mais a da presidente Dilma Rousseff (PT), em Brasília. “Até por que (a posse) é uma coisa que a gente deve fazer com a nossa população”, completou.

Segundo o coordenador da transição de governo, a agenda de Siqueira Campos está completa para o dia da posse. Eduardo ressaltou que o governador irá assinar o ato de posse na Assembleia Legislativa às 8h30, depois seguirá direto para o Palácio Araguaia para a transmissão do cargo.

De lá, de acordo com o ex-senador, Siqueira segue direto para Brasília, onde acompanha a posse e a transmissão da faixa da primeira presidente mulher do Brasil. “Ele foi convidado para acompanhar o processo no congresso e no Palácio do Planalto. Depois segue para um jantar com a presidente e os demais governadores”, frisou.