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Foto: Divulgação Júnior Marzola, presidente da Faet Júnior Marzola, presidente da Faet

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet), Junior Marzola, esteve ontem, 23, em Brasília junto com o senador da República João Ribeiro e o presidente do Sindicato Rural de Colinas Tocantins, Adriano Rabelo, para participar de reunião que aconteceu na presidência do Banco da Amazônia.

Nesta reunião Junior Marzola sugeriu uma renegociação das dívidas rurais com operação vencidas até 30/12/2010.

Entre as condições estavam o alongamento dos encargos de inadimplemento, do prazo máximo de pagamento para até 10 anos desde que 40% da divida seja paga em até 5 anos e ainda encargos de 0,5% ao mês além de entrada de 10% do valor total da dívida, podendo haver flexibilização em casos específicos, inclusive com pagamento da entrada na safra.

Ainda falou sobre o crédito agropecuário, ele solicitou que os limites de análise que ora vigoram a nível de superintendência sejam alterados para 1,5 milhão de reais tanto para agricultura, quanto para pecuária. Solicitou também para o banco buscar junto ao BACEN, que promova uma alteração na Normativa BACEN nº 3738(“Dispõe ajuste nas normas de financiamento com recursos controlados e livres do crédito rural a partir da safra 2009/2010”) que impossibilita ao produtor rural incluir em seus projetos de financiamento a aquisição de camionetas de cabine dubla, Junior marzola argumentou que” freqüentemente nossas propriedades são alvo de fiscalização por parte do MTE e uma das irregularidades apontadas pelos fiscais é o transporte de trabalhadores em carrocerias de camionetes de cabine única”, desta forma ele solicitou que as alterações pretendidas não visam à aquisição de camionetes de cabine dupla luxo ou super luxo, mas sim de camionetas de cabina dupla simples.

Na ocasião Junior Marzola aproveitou para reivindicar também uma agilidade nos processos que tramitam no Departamento de Conformidade da Superintendência do BASA no Tocantins e também falou sobre a ampliação do prazo de pagamento da linha de investimentos para recria e engorda de boi para 05 anos, conforme já ocorre em outros bancos, ele argumentou ainda que “esta medida é fundamental para a classe produtora e para o desenvolvimento econômico do nosso Estado.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Faet