Polí­tica

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Durante reunião realizada na noite desta quinta-feira, 13, no Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins), a categoria manifestou apoio à candidatura à Prefeitura de Palmas de Carlos Amastha (PP) e seu vice, Sargento Aragão (PPS). O encontro contou com a participação da presidente do sindicato, Nadir Nunes, de policiais civis e seus familiares que debateram ainda sobre a necessidade de uma gestão comprometida com a segurança pública e o bem estar dos palmenses.

Na ocasião, Amastha ressaltou que sua gestão se preocupará com a segurança pública e que seu vice tem um papel estratégico nessa questão. “Temos conhecimento de que em Palmas há 679 pontos de venda de drogas, essa ameaça é o que mais preocupa e que reflete no nível de segurança. Nossa gestão terá forço no trabalho preventivo, para que o jovem tenha horizonte a longo prazo, e assim vamos combater as causas da violência”, e destacou, “ainda temos ao nosso lado a experiência e conhecimento do Aragão, que é especialista na área, que conhece bem a realidade de cada categoria ligada à segurança”.

Para o policial civil Ênio Walcacer, a gestão municipal pode contribuir com construção de um política pública para a área da segurança. “As drogas chegam onde não há a presença do poder público com seus serviços e ações preventivas. Vejo no Amastha uma opção viável para a nossa capital, não apenas na área da segurança”.

Em sua fala, Sargento Aragãodestacou que muito precisa ser feito. “A cada duas horas uma casa é furtada em Palmas. Para combater esse elevado índice vamos lutar para desenvolver um trabalho em conjunto com a Polícia Civil, Militar, Bombeiros e Guarda Metropolitana, em um projeto que chamamos de Guarda Quarteirão, onde o serviço estará mais próximo do cidadão”. E ressaltou, “a política municipal de segurança pública que queremos implantar será elaborada ouvindo cada categoria, de forma democrática e nos moldes do Marco Regulatório das Guardas Municipais”.

O papel do sindicato no processo político foi destacado pela presidente do Sinpol, Nadir Nunes. “O sindicato tem a obrigação de promover essas discussões, pois esse processo eleitoral interfere na vida de todos nós”, sobre o trabalho da categoria a presidente destacou, “sabemos que a Polícia Civil está atrelada ao Estado, mas pode existir uma parceria com o município para desenvolver um trabalho melhor no dia a dia”.

Para o escrivão Gleysson Nunes, a proposta de gestão descentralizada agradou. “Com certeza essa candidatura não tem os vícios ruins da política do nosso estado e acredito que Palmas e a área de segurança tem muito a ganhar com eles, pois representam a verdadeira mudança”. (Assessoria de Imprensa)