Palmas

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O secretário de Planejamento e Gestão da Prefeitura de Palmas, Adir Gentil falou de algumas metas que o prefeito Carlos Amastha (PP) elencou para sua administração na capital. O secretário, que foi coordenador da campanha de Amastha, revelou que a meta é reduzir R$ 5 milhões na folha de pagamento, atualmente estimada em R$ 23 milhões.

Gentil contou que 10 mil servidores na prefeitura é um excesso. “Nós não queremos criar um caos, não queremos fazer desta cidade um lugar onde todo mundo perca o emprego, não. Temos, em primeiro lugar, que modernizar a máquina administrativa, chegar num quantitativo ideal, com um número ideal de funcionários para tocar a máquina melhor e mais barata”, disse. Ele contou que existe um recurso de R$ 4,5 milhões na escola de governo da prefeitura e que este valor será utilizado para treinar e aperfeiçoar os servidores.

O secretário falou também de números com relação aos servidores comissionados na prefeitura. “Em termos de números nós tínhamos 943 cargos comissionados, que hoje passaram para 470 e vamos prover 60% deles. A gente fez um quadro para os quatro anos, então não significa que vamos colocar todos os cargos neste primeiro ano”, explicou.

Outra meta é dobrar a arrecadação, atualmente estimada em R$ 120 milhões. “Essa é uma meta, aumentar a arrecadação por um lado e diminuir os gastos pelo outro e gastar melhor. Nós temos o dever de gastar muito melhor do que estamos gastando”, disse o secretário. “Falo de IPTU, ICMS, ISSQN, as taxas de uma forma geral, podemos dobrar essa arrecadação, que hoje é em torno de R$ 120 milhões, em no máximo 15 meses. E vamos cumprir essa meta em conjunto com todas as secretarias e principalmente com a Secretaria de Fi­nanças, isso é uma meta”, completou.

A atual gestão pretende ainda diminuir o gasto com imóveis alugados para abrigar secretarias. Atualmente são gastos cerca de R$ 300 mil por mês com esta estrutura.

O secretário contou ainda que estão sendo feitos estudos para identificar a demanda no Concurso que será lançado pela atual gestão. As informações foram repassadas ao Jornal Opção.