Economia

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O sistema de “Pirâmide de Ponzi” foi pauta na reunião da Associação Brasileira de Procons, realizada no último dia 6 de março, em Brasília-DF.

Representantes dos Procons de todo País, por meio da Associação, elaboraram um documento com o objetivo de solicitar à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor – Senacon, apoio nas investigações e cobrar providências para garantir a proteção do consumidor além de informar ao órgão os procedimentos administrativos já instaurados sobre o tema, no âmbito do Ministério da Justiça.

De acordo com o diretor Geral Pró Direitos e Deveres nas Relações de Consumo - Procon Tocantins, Dulcélio Stival, a Pirâmide de Ponzi tem conseguido cada vez mais adeptos. “Nós do Procon Tocantins temos essa preocupação, tendo em vista o grande número de consumidores que, em busca de ganhos financeiros imediatos, estão aderindo a negócios com empresas aparentemente lícitas, quando na verdade tem como objeto uma atividade que não possui qualquer viabilidade econômica”, enfatiza.

Pirâmide de Ponzi

Este sistema financeiro consiste em que os primeiros envolvidos investem e conseguem lucrar recrutando outros participantes, porém, quanto maior o alcance da pirâmide, menos sustentável ela fica, pois ela depende de investimentos posteriores. Se não houver novos investidores o sistema não se sustenta, vindo a causar grandes prejuízos aos recentes investimentos.  O nome surgiu pelo fato de um imigrante italiano chamado Charles Ponzi ter conseguido fazer fortuna rapidamente nos Estados Unidos utilizando esse método.