Polí­tica

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Em discurso na Câmara Federal nesta segunda-feira, 16, o presidente regional do PMDB, deputado Junior Coimbra atribuiu à senadora Katia Abreu uma nota publicada na coluna Direto de Brasília do Estadão. “Causou-me estranheza uma nota publicada porque o teor se distancia da realidade”, disse. Segundo ele a informação caluniosa foi plantada pela Kátia Abreu para desestabilizar minha gestão à frente do PMDB. “ Respondo à note reafirmando meu compromisso com o PMDB”, disse. Segundo ele a intenção de seu discurso é denunciar o que chamou de armação pesada para tirá-lo do comando do PMDB.

Ele chegou a chamá-la de desqualificada e disse que ela tem um estilo grosseiro e age com maldade.  “Ela tem o ridículo costume de usar esse jornal pra  plantar notícias caluniosas. Querem retirar e usar o partido a serviços de seus interesses. Quem conhece a trajetória sabe”, disse. O deputado falou da trajetória política de Katia até chegar ao Senado e frisou que ela faz parte do atual governo já que seu filho, deputado federal Irajá Abreu é secretário na gestão. “O filho dela faz parte da equipe de governo “, lembrou

Para Junior Coimbra, Katia Abreu não é bem-vinda no partido. “Se aproximando do último prazo pra filiação hoje ela utiliza de seu poder de presidente da CNA de lideranças importante da política agrícola nacional pra nos destituir do comando do PMDB. Está vendo que o barco está afundando ela quer sair para tentar um Porto seguro no PMDB para tentar se reconduzida ao Senado ou tentar o governo”, disse.

Coimbra chegou ainda a dizer: “ Nós não a aceitamos, ela não é bem-vinda no PMDB. No meio político é uma cidadã desagregadora “, disse.“Não será dessa forma covarde que vão me tirar do partido. Resistirei firme”, completou.

Coimbra citou ainda alguns partidos os quais ela foi presidente, como o antigo PFL. “ “Não conseguiram aceitar a forma ditatorial com a qual ela comanda o partido”, disse.

Coimbra frisou ainda que está aberto para resolver os problemas internos no PMDB.

Denuncia

O deputado fez ainda denúncias contra a senadora com relação a apropriação de terras que ela teria sido beneficiada. “Ela abocanhou terras do Estado. Ela tem mania de usar terras públicas. A fazenda onde ela mora, de 10 mil hectares foi ganhada a preço de banana”, acusou.