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As entidades classistas que representam os servidores públicos tocantinenses continuam cobrando das autoridades responsáveis, providências com relação às irregularidades e prejuízos apontados pelo Ministério da Previdência Social, no Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev).

Na manhã desta terça-feira, 12, o SISEPE-TO esteve na Assembleia Legislativa do Tocantins, para acompanhar a sessão. A expectativa era que o projeto de lei (PL) nº 14, que trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), fosse votado. Mas, o projeto foi retirado da pauta.

Os servidores estão acompanhando a votação principalmente por conta de uma emenda apresentada pelo deputado estadual José Augusto Pugliesi (PMDB), referente ao uso do dinheiro do Igeprev. A emenda determina que o dinheiro dos fundos de pensão dos servidores seja utilizado somente para o seu fim específico, ou seja, a aposentadoria dos servidores públicos.  

Na quarta-feira, 13, haverá nova reunião entre os representantes das entidades classistas, na sede do Sisepe, na quadra 103 Sul. Na pauta, além da estratégia jurídica das entidades para a situação do Igeprev, estão também assuntos como as alterações na legislação do Instituto e ações de mobilização dos servidores públicos. A reunião será restrita aos representantes das entidades e iniciará às 8h30.

No período da tarde, eles terão ainda dois compromissos relacionados ao Igeprev. Às 15 horas, uma audiência com a Procuradora-Geral de Justiça do Estado do Tocantins, Vera Nilva, cujo objetivo é conhecer as providências adotadas pelo Ministério Público Estadual (MPE), quanto aos ofícios encaminhados em 07 e 30 de outubro, respectivamente, com cópias dos relatórios do Ministério da Previdência Social (MPS). Os relatórios são das auditorias realizadas pelo MPS no Igeprev, em janeiro e setembro deste ano. 

O outro compromisso acontecerá às 16 horas no Tribunal de Contas do Estado (TCE) quando os representantes das entidades também buscarão esclarecimentos sobre as providências do TCE, sobre as auditorias realizadas pelo órgão e que apontaram irregularidades no Igeprev. (Ascom Sisepe)