Polí­tica

Durante a sessão realizada na Câmara Municipal de Palmas nesta quarta-feira, 23, o vereador Junior Geo (PROS) voltou atrás quanto as acusações proferidas na sessão do dia 15 de abril, quando disse que o prefeito Carlos Amastha era proprietário do Capim Dourado Shopping. O vereador insinuou um pseudo esquema de corrupção com a argumentação que, como proprietário do shopping, Amastha teria interferido para que a empresa que opera o serviço de estacionamento no shopping fosse beneficiada em licitação para implantação de sistema de estacionamento rotativo na capital. O prefeito já ingressou com ação contra o vereador devido às declarações.

Na sessão de hoje, os vereadores José do Lago Folha Filho (PTN), Valdemar Junior (PSD) e Rogério Freitas (PMDB) apresentaram na Casa de leis municipal os documentos que comprovam que o referido empreendimento foi vendido por Amastha ainda no fim de 2012, antes mesmo de assumir a gestão da capital. 

Após a apresentação dos documentos, Junior Geo reconheceu em plenário que a informação repassada por ele anteriormente não era verdadeira. O vereador havia procurado documento da venda nos cartórios da cidade, porém o registro encontrava-se na Junta Comercial do Tocantins.

A acusação gerou repercussão entre os vereadores. “O parlamentar foi infeliz ao fazer acusações infundadas, com ataques à pessoa do gestor, sem apresentar provas”, destacou o presidente da Câmara, vereador Major Negreiros (PP).

O vereador Valdemar Junior ainda salientou: “respeito a imunidade do parlamentar, porém ele não pode se esconder atrás dessa prerrogativa para acusar as pessoas. Fica claro que ele tentou jogar a opinião pública contra o prefeito, porém sem provas e com informações falsas”, concluiu.https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif