Polí­tica

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Vereadores da base do prefeito Carlos Amastha (PP) atacaram o deputado Wanderlei Barbosa (PSB) nesta quinta-feira, 9, após  críticas e acusações do parlamentar à gestão da capital. O debate começou com o vereador Milton Neris (PR). “Todos os convênios que foram feitos foram com instituições que ao aplicar recursos prestaram contas ao município”, defendeu.

“O deputado se posiciona com artilharia contra o município creio eu porque se avizinha eleição. O que o deputado tem feito numa condição de oportunismo é pular de galho em galho. O que mais incomoda o Wanderlei é o fato dos professores não terem que ir ao gabinete dele pedir autorização para emprego na prefeitura. Os professores tinham que ser submetidos ao crivo do deputado”, acusou ao lembrar que a irmã de Wanderlei, Berenice era secretária da Educação.

Neris atacou bruscamente o deputado Wanderlei e disse que o filho dele recebia da prefeitura sem trabalhar e que o prefeito Amastha cortou o salário.  “ O prefeito tirou filho dele que ganhava salário altíssimo e não trabalhava, essa é a mágoa do deputado. Ele quisesse que o filho tivesse ganhando e ficasse no seu gabinete despachando currículo”, disse.

Neris disse ainda que o deputado não destinou um real de emendas para Palmas.  “ O deputado esqueceu se é deputado por 4 anos e agora está no quinto ano nunca se preocupou em colocar um real das emendas para cuidar do povo de Palmas. Taquaruçu, sua cidade, que deu a ele a condição de ser deputado ele não se preocupou em colocar um real para pintar o meio fio”, disse ao enaltecer o trabalho do colega, Major Negreiros que também é da região. “Cadê o deputado Wanderlei para ajudar cuidar de Taquaruçu?”, disse. Neris chegou a dizer que o deputado acha que é coronel.

Hiram Gomes (PSDB) disse que as atitudes de Wanderlei são porque ele sentiu  a chegada de novas lideranças políticas em Palmas e falou da lei que criou a região metropolitana de Palmas. “O deputado ocasionou um prejuízo sem tamanho ao município de forma a impedir ações de desenvolvimento metropolitano. Essa lei que tanto prejudica tem pai e mãe que é o deputado Wanderlei”, disse.

Joel Borges (PMDB) também comentou.  “ é preciso o deputado olhar a própria cidade dele e os feitos da administração dele”, disse ao afirmar que o deputado está jogando verde para colher maduro.

Joaquim Maia (PV) disse que é preciso buscar a prestação de contas dos convênios que Wanderlei questionou. “ O município não há de se furtar em apresentar as contas solicitadas pelo deputado. É a melhor forma de se esclarecer”, disse.

O vereador Juscelino Rodrigues disse que a política do deputado é a “política do tapinha das costas  e do palavrão” e que ele se incomoda porque o prefeito está trabalhando antes da eleição ao contrário de outros.