Economia

Foto: Antônio Gonçalves

A confiança do empresário do comércio em Palmas, depois de vários meses em queda e de ter entrado na zona negativa em âmbito nacional, deu sinal de crescimento nesse mês de maio em Palmas. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) de maio, pesquisa que mede esse índice na Capital apontou em maio 89,8 pontos contra 89 pontos em abril último, resultando num pequeno aumento de 0,8 pontos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando maio de 2014 registrou 121,4 pontos, a queda é de 31,6 pontos.

Mas o cenário da atual economia brasileira continua gerando pessimismo. Somados, os empresários que andam céticos chegam a 89,2%. Do lado dos otimistas, apenas 10,8% dos empresários disseram que esse cenário melhorou.

A condição do setor do comércio também não tem sinal de melhoras. Dos pesquisados, 79,2% disseram que esse quadro piorou. Quanto aos empresários otimistas, esse número somou apenas 20,9% dos entrevistados.

Quanto à expectativa sobre a economia brasileira, o quadro é mais animador. Mais da metade dos entrevistados 60,7% afirmaram que houve melhoras. No outro lado, o dos que afirmaram ter piorado, 39,2% revelaram isso.

Na expectativa para o comércio, a pesquisa revelou que o empresário palmense continua otimista apesar da contrária conjuntura nacional. A maioria continua confiante, somando 71,7%. Quanto aos pessimistas, estes somaram 28,2%.

Por fim, quanto à expectativa de contratação de funcionários, o quadro continua desalentador. Dos entrevistados, 62,6% afirmaram a necessidade de redução de seus quadros. Os que disseram da necessidade de aumentar esse quadro somaram 37,4%.

Funcionando como um indicador antecedente de vendas do comércio, do ponto de vista dos empresários comerciais, essa pesquisa é uma realização da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em parceria com a Fecomércio Tocantins. E foi realizada nos últimos 10 dias do mês de abril deste ano. Esse recorte levou em conta o índice geral, ou seja, os números das empresas que possuem até 50 funcionários e as com mais de 50 empregados e, no total, 120 empresas foram consultadas, todas sediadas na Capital.