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A auditoria realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nas barreiras fitossanitárias do Tocantins, com vista ao pleito do reconhecimento internacional da zona livre de Peste Suína Clássica (PSC) encerrou nesta quinta-feira, 16. A missão, que iniciou na segunda-feira, 13, visitou as barreiras nas regionais de Pedro Afonso, Colinas, Araguatins e Araguaína. O resultado da avaliação deverá sair ainda este ano.

Durante as visitas, os técnicos fizeram questionamentos sobre a legislação, treinamento e estrutura de pessoal, além de verificar as estruturas das barreiras. “Fizemos o que foi possível para atender as exigências que haviam sido recomendadas. Sabemos que é um grande desafio, mas estamos confiantes”, disse o presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), Humberto Camelo.

De acordo com a responsável pelo Programa Estadual de Sanidade Suídea da Adapec, Jakeline Almeida Lemos Vernier, o Tocantins e mais 13 estados brasileiros estão pleiteando o status internacional por parte da organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “Se o que fizemos estiver de acordo com as exigências do Mapa, passaremos por outras etapas até o resultado final que deverá ser revelado em maio de 2016”, afirma. O Tocantins é reconhecido nacionalmente livre da PSC desde 2001.

Reconhecimento internacional

Os estados que buscam o reconhecimento por parte da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) são: Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre e o Distrito Federal. Atualmente, somente os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são reconhecidos internacionalmente como zonas livres da PSC pela organização. (Ascom Adapec)